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segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Avaliação positiva de Bolsonaro cai para 19%, a menor já registrada pela Atlas


 SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - O índice de pessoas que consideram o governo de Jair Bolsonaro (sem partido) bom/ótimo caiu de 24% em setembro deste ano para 19% em novembro, aponta uma pesquisa da empresa de consultoria Atlas/Intel.

Este é o menor índice já registrado pela pesquisa desde que Bolsonaro assumiu a Presidência da República. Antes, o levantamento da consultoria tinha como menor percentual de bom/ótimo o mês de abril de 2020, no início da pandemia do novo coronavírus, quando foi registrado 21%.

Ainda de acordo com o pesquisa, a porcentagem de pessoas que classificam o governo como ruim ou péssimo estabilizou, dentro da margem de erro de um ponto percentual, foi de 61% para 60%. A queda na avaliação de ótimo/bom refletiu em mudança no índice de regular —que foi de 14% a 20%.

Na mesma pesquisa, a consultoria Intel Atlas perguntou, de forma direta, se as pessoas aprovavam ou reprovavam o desempenho do presidente Bolsonaro. A desaprovação foi enunciada por 65% dos entrevistados, outros 29% disseram aprovar, e 5% não souberam responder.

Neste quesito, também houve queda no índice de aprovação de Bolsonaro em relação à pesquisa de setembro. Na ocasião, 32% das pessoas aprovavam o desempenho do presidente, sendo que a desaprovação (64%) manteve-se estável dentro da margem de erro.

A aprovação de 29% também é a menor desde que a pergunta foi incluída na pesquisa pela consultoria, em abril de 2020.

A pesquisa colheu respostas de 4.921 pessoas pela internet, via convites randomizados, entre os dias 23 e 26 de novembro. A margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%.

A avaliação do governo, em comparação a levantamentos anteriores da Atlas, está em queda desde maio deste ano, quando o índice de bom/ótimo estava em 31%.

Em julho, o número caiu para 26%, posteriormente chegando a 24% em setembro, até cair a 19% neste mês. Este é o menor índice desde que a pesquisa começou a ser feita, no início da gestão de Bolsonaro.

Já o índice de ruim/péssimo saiu de 53% em julho até atingir o máximo de 61% em setembro —em novembro, o número ficou estável, dentro da margem de erro, em 60%.

A pesquisa ainda questionou os entrevistados sobre o maior problema do Brasil hoje em dia. Para 21,4%, trata-se da corrupção.

O tema foi seguido por pobreza e desigualdades (19,3%), inflação/preços em alta (16,7%), impostos altos e estado ineficiente (9,8%), desemprego (6,8%), crescimento econômico (6,5%), acesso à educação (5,5%), acesso à saúde (5%), criminalidade (3,9%) e degradação do meio ambiente (1,5%).

Já 3,7% dos entrevistados citaram algum outro problema.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

"QUEDA DO BRASIL EM 2016" 'Economist' alerta para queda do Brasil e prevê desastre em 2016



  A tradicional revista britânica "The Economist" escolheu a crise no Brasil como tema de sua primeira capa de 2016. Com o título de "Queda do Brasil" e uma foto da presidente Dilma Rousseff de cabeça baixa, a capa alerta para "ano desastroso" à frente.
Em vez do clima de euforia que seria de se esperar no início de 2016 por causa da realização das Olimpíadas, aponta a revista, o Brasil enfrenta "um desastre político e econômico".
O texto cita a perda do grau de investimento pela agência de classificação de risco Fitch Ratings e a saída do governo do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, menos de um ano após assumir o cargo. A previsão de que a economia brasileira encolha até 2,5% ou 3% no ano que vem também é citada. “Até a Rússia vai crescer mais do que isso”, destaca.
Os problemas na esfera política são outro destaque da reportagem, que lembra que o governo tem sido desacreditado por causa do escândalo de corrupção em torno da Petrobras. E que a presidente Dilma, acusada de esconder o tamanho do déficit orçamentário, enfrenta um processo de impeachmet no Congresso.
 A “Economist” ressalta que, como o B do BRICS, o Brasil “supostamente deveria estar na vanguarda do crescimento das economias emergentes. Em vez disso, enfrenta uma turbulência política e, talvez, um retorno à inflação galopante”. Segundo a publicação, “somente escolhas difíceis podem colocar o país de volta ao curso, mas, no momento, a presidente Dilma não parece ter estômago para isso”.
A revista aponta que o "sofrimento do Brasil", como o das demais economias emergentes, se deve em parte à queda dos preços das commodities globais. Fora isso, o déficit fiscal aumentou de 2% do PIB, em 2010, para 10%, em 2015.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

O passo a passo do processo de impeachment contra Dilma



  No processo de impeachment, esse é o segundo de cinco passos básicos para a instauração do processo de cassação de um presidente da República. Veja abaixo o que acontece em seguida.
 
1) O crime: Um pedido de impeachment pode ser protocolado por qualquer cidadão, mas, para isso, é necessária a caracterização de um crime por parte do presidente que tenha relação com seu mandato vigente. No caso de Dilma Rousseff, as “pedaladas fiscais” em 2015 foram usadas como justificativa de Eduardo Cunha para acatar o pedido, consideradas “crime de responsabilidade fiscal”. São oito possíveis e as pedaladas, segundo o pedido, infringiriam os itens V e VI. Veja abaixo:
Art. 4º São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentarem contra a Constituição Federal, e, especialmente, contra:
I - A existência da União:
II - O livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário e dos poderes constitucionais dos Estados;
III - O exercício dos direitos políticos, individuais e sociais:
IV - A segurança interna do país:
V - A probidade na administração;
VI - A lei orçamentária;
VII - A guarda e o legal emprego dos dinheiros públicos;
VIII - O cumprimento das decisões judiciárias (Constituição, artigo 89).
2) A admissão: Esta é a fase atual. Com os pedidos em mãos, o presidente da Câmara pede análises técnicas e decide se arquiva ou acata o pedido. Este ano, foram 34 pedidos arquivados esse ano, um recorde. Para Cunha, o único que cumpriu os requisitos mínimos foi o dos três juristas.
3) O procedimento: Agora, o requerimento passa por análise de uma comissão composta por parlamentares de todas as bancadas da Câmara. Abre-se um prazo de 10 dias para que a comissão decida por um parecer favorável ou contrário à continuidade do processo. Daí em diante, serão 20 dias para defesa da presidente. Com o relatório pronto, o presidente da Câmara coloca a matéria em votação no plenário da Câmara. Se aceito por ao menos 342 deputados , ou seja, dois terços ou mais dos 513, um julgamento comandado pelo presidente do STF, Ricardo Lewandowski, no Senado. Dilma ficaria automaticamente afastada por seis meses esperando o resultado.
4) A decisão: No Senado, será feito um julgamento comum, cuja decisão será proferida pelos Senadores. Para um impeachment, é preciso novamente dos votos de dois terços da casa, neste caso 54 dos 81 senadores. Além de perder o mandato, Dilma pode ficar inelegível por até 5 anos, decisão que cabe também ao Senado. Caso a presidente seja absolvida, volta imediatamente ao cargo.
5) O próximo passo: Como o processo de impeachment aceito por Cunha não inclui o vice-presidente, em caso de cassação do mandato de Dilma, quem assume é Michel Temer  (PMDB). Não fosse assim e o vice caísse junto, seria o presidente da Câmara que assumiria o cargo interinamente. Neste caso hipotético, por se tratar dos dois primeiros anos do mandato, o Congresso convocaria novas eleições em 90 dias. Na segunda metade do mandato, o Congresso seria o responsável por escolher o novo presidente em 30 dias.

Eduardo Cunha aceita pedido de impeachment contra Dilma Rousseff



  O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aceitou o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT) feito pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr. e Janaina Paschoal. O peemedebista disse a aceitação do pedido tem "natureza técnica" e que não havia como postergar mais a decisão sobre a questão. "Não ficaria com isso na gaveta sem decidir", afirmou, ressaltando que "nunca na história de um mandato" houve tantos pedidos para afastamento do presidente.
Cunha afirmou que o pedido seguirá "processo normal", dando amplo direito ao contraditório ao governo, e negou indiretamente uma atitude de revanche em relação ao governo. "Minha posição será a mais isenta possível, sem nenhum espírito de torcida", afirmou.
A decisão de Cunha foi tomada horas depois de o líder do PT na Câmara, Sibá Machado (AC), anunciar que os três integrantes do partido no Conselho de Ética votarão, em sessão marcada para a próxima terça-feira, 8, pela admissibilidade do pedido de cassação de mandato de Cunha apresentado pelo PSol.
"Não tenho nenhuma felicidade de praticar esse ato", disse. "Decisão é de muita reflexão e de muita dificuldade". O presidente da Câmara afirmou que o País passa por muitas crises e que é preciso que a possibilidade de afastamento da presidente seja uma questão enfrentada.No início da coletiva de imprensa, Cunha afirmou que refutou pedidos baseados em acusações sobre mandatos anteriores ao atual e disse que entendeu como constrangimento acusações, divulgadas pela imprensa na segunda-feira, 20, de que teria recebido dinheiro do BTG em troca de aprovação de medida provisória que favoreceu o banco.
O pedido de impeachment cita as “pedaladas fiscais” pelo governo em 2014, segundo relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) que rejeitou as contas da gestão Dilma no ano passado, e a continuidade dessa prática contábil em 2015 .
Para o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), a decisão de Cunha de aceitar pedido de impeachment "foi uma atitude revanchista". O deputado Wadih Damous (PT-RJ) afirma que "Cunha, associado a partidos de oposição, quer dar o golpe".

terça-feira, 24 de novembro de 2015

AMIGO DE LULA É PRESO PELA PF EM NOVA OPERAÇÃO DA LAVA JATO



   A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira, 24, a Operação Passe Livre, 21ª fase da Operação Lava Jato. As investigações desta etapa, segundo a PF, partem de apuração das circunstâncias de contratação de navio sonda pela Petrobrás com 'concretos indícios de fraude no procedimento licitatório'. O empresário José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Lula, foi preso preventivamente em Brasília.
O pecuarista estava na capital federal, pois prestaria depoimento à CPI do BNDES hoje. Ele estava no hotel Golden Tulip, a poucos metros do Palácio da Alvorada. Bumlai será levado para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.
O amigo de Lula foi citado por dois delatores da Lava Jato. O lobista Fernando Baiano, um dos delatores do esquema de corrupção instalado na Petrobrás entre 2004 e 2014, declarou que repassou a Bumlai quase R$ 2 milhões destinados à mulher de um dos filhos de Lula.
Segundo outro delator, Eduardo Musa, ex-gerente da Petrobrás, Bumlai intermediou o pagamento de uma conta do PT de R$ 60 milhões, originada na campanha à reeleição de Lula, em 2006.
Segundo a PF, 140 policiais federais e 23 auditores fiscais cumprem 25 mandados de busca e apreensão, um mandado de prisão preventiva e 6 mandados de condução coercitiva - quando o investigado é levado para depor - nas cidades de São Paulo, Lins (SP), Piracicaba (SP), Rio de Janeiro, Campo Grande (MS), Dourados (MS) e Brasília.
"Segundo apurações, complexas medidas de engenharia financeira foram utilizadas pelos investigados com o objetivo de ocultar a real destinação dos valores indevidos pagos a agentes públicos e diretores da estatal", informou a PF em nota.
A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira, 24, o maior pecuarista do Brasil e amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, José Carlos Bumlai na 21ª fase da Operação Lava Jato chamada "Passe Livre", que apura suspeita de desvio de dinheiro e pagamento de propina em contratação de um navio-sonda da Petrobrás.
  Os investigados nesta fase responderão pelos crimes de fraude à licitação, falsidade ideológica, falsificação de documentos, corrupção ativa e passiva, tráfico de influência e lavagem de dinheiro. A defesa do pecuarista disse que desconhece a prisão de Bumlai. O criminalista Arnaldo Malheiros Filho, advogado do amigo de Lula, disse que Bumlai está em Brasília para depor na CPI. Malheiros disse que não foi informado sobre os motivos da prisão.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Oposição se une ao PMDB para articular novo plano de impeachment


 A coluna Painel, da Folha de S. Paulo, revelou nesta quinta-feira (05) que está sendo articulado um novo plano para o impeachment de Dilma Rousseff, sem que seja preciso recorrer às pedalas do TCU.  
O plano é feito pelo PMDB com representantes da oposição. De acordo com ele, o Congresso aprovaria as mudanças na meta fiscal de 2015 apenas no próximo ano e, por isso, o governo terminaria o mês de dezembro infringindo as leis Orçamentária e, também, a de Responsabilidade Fiscal. Ou seja, criaria um cenário ideal para pedir o afastamento já no começo de 2016.  
A reportagem da Folha explica que, no caso da nova meta que prevê o déficit de 2,05% do PIB não seja aprovada, os atos fiscais do Executivo ao longo de 2015 passariam a serem irregulares. 

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Aliados tentam evitar convocação de Luís Cláudio

 
  Governistas se articulam para impedir a convocação dos ex-ministros Gilberto Carvalho e Erenice Guerra, além de Luís Cláudio, filho do ex-presidente Lula para deporem na CPI do Carf. O presidente da comissão, senador Ataídes de Oliveira (PSDB-TO), disse que vai colocar os requerimentos para votação na reunião de amanhã, mas deve ser derrotado. Senadores o acusam de tentar criar fato político.
O objetivo é evitar que o envolvimento de ex-ministros cause novo mal estar para a presidente Dilma Rousseff e seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva. A estratégia dos governistas é obstruir sessões e apontar ausência de relação entre as denúnci
Os esforços do governo, entretanto, talvez não precisem ser dos mais agudos. Quase metade da CPI é composta por membros da base aliada, além da relatora, Vanessa Grazziotin (PC do B-AM), que já adiantou que não vai votar favoravelmente aos requerimentos. “A minha análise continua a mesma. Os requerimentos fogem completamente ao objetivo central da CPI”, afirmou.
O líder do PT, Humberto Costa (PE), seguiu o discurso da relatora. “Ele (Ataídes) tem duas alternativas. Ou colhe assinaturas para abrir uma nova CPI de medidas provisórias, ou garante um aditivo para investigar esses temas que ele quer”, justificou. Acir Gurgacz (PDT-RO), vice-líder do governo, afirmou ainda não ter opinião formada sobre o assunto, mas o senador, que não é assíduo na CPI, confirmou presença para a votação desta semana e deve encorpar os interesses do governo.as e o alvo das investigações da CPI, que são fraudes no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).
Senadores acusam o presidente da CPI de não querer, de fato, aprovar as convocações, mas apenas atingir o governo. Ao anunciar que faria os requerimentos, Ataídes assumiu compromisso de dialogar com demais senadores para tentar aprová-los. Até a tarde de ontem, no entanto, ele disse ainda não ter conversado com ninguém.
Em outubro, outros requerimentos de convocação de Erenice, Carvalho e Luís Cláudio já haviam sido rejeitados. Na ocasião, a maioria dos parlamentares argumentou que a possível compra de medidas provisórias não estava ligada ao objetivo central da CPI.
A nova fase da Operação Zelotes, realizada pela Polícia Federal na semana passada, não parece ter convencido os senadores. Semana passada, a força-tarefa fez buscas e apreensões na LFT Marketing Esportivo, empresa de Luís Cláudio, e apontou suposta ligação dos ex-ministros em um esquema de compra de MPs para favorecer o setor automotivo. / I.B.

sábado, 12 de setembro de 2015

QUEM DECIDE O FUTURO DO PAÍS NÃO SABE NEM O QUE É INFLAÇÃO

 Fico observando este país passando por essa crise e vejo algo que na verdade nem me surpreende; tudo começa nas  eleições, pois os eleitores brasileiros nem sabem o que inflação: a grande maioria vota porque tem que votar, não porque sabem. Eu que entendo um pouco destas quetões fico muito triste porque são pessoas desinformadas que escolhem por mim.
  Espero que um dia esse povo seja todos muito bem qualificados e consigam ter uma mente critica diante das coisas deste maravilhoso  Brasil!!!

POLITICA DE "AFILHADO" VAI ACABAR COM ESSE PAÍS

   Todos os dias o que mais estamos vendo é caso de corrupção na politica do Brasil, os noticiários não falam de outra coisa; é vereador, prefeito, deputado, senador, governador e a presidente do país envolvidos em caso de desvio do dinheiro publico. O  mais curioso é que alguns dos corruptos são reconduzidos aos os cargos por eleitores que numa espécie de faz de cego vota nos mesmo sem se preocupar com as coisas publicas.
   Na  verdade o Brasil está assim porque a forma de conduzir  as manobras politicas para administrar é bem conhecida de todos: "o toma lá dá cá" ainda reina em todas as partes do país. É muito comum que um gestor só faça algo se houver um "afilhado" naquela localidade, ou seja, usa da maquina para governa com os aliados favorecendo só a quem lhe interessa.
  O Brasil precisa mudar? Não, quem precisa mudar é o povo  aprendendo a votar com uma analise mais complexa sobre aquele que vai lhe representar.



Liderança petista acha que impeachment é provável em 2015


   Um possível impeachment já parece como provável em 2015 para ministros, deputados e senadores do PT.
De acordo com a coluna de Mônica Bergamo na Folha de S. Paulo, o clima entre os líderes petistas é de abatimento.
O PT realizou um monitoramento, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deve rejeitar pedidos de impedimento. Então, deputados da Frente Pró-Impeachment, com 280 votos, devem recorrer ao plenário e, com maioria simples, votariam pela admissibilidade do impeachment. Esse é, como recorda a colunista, o primeiro passo para o afastamento de um presidente.
Um senador do PT lembra que foi a partir da aprovação da admissibilidade do impeachment de Fernando Collor que "as pessoas começaram a acreditar e tomaram as ruas do país" em 1992. Algo que poderia acontecer também com Dilma.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

TSE OBTEVE MAIORIA PARA INVESTIGAR CAMPANHA DE DILMA

  
   Em julgamento marcado por intenso debate e bate-boca entre os ministros, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já tem maioria formada para aceitar um recurso apresentado pelo PSDB e dar continuidade a uma ação que pede que o mandato da presidente Dilma Rousseff (PT) e de seu vice, Michel Temer, seja impugnado.
O próximo passo, após a aceitação do recurso e prosseguimento da ação, é a intimação de Dilma e Temer para que eles apresentem a defesa e o Tribunal possa dar início à produção de provas. 
Apesar de um novo pedido de vista, o terceiro que suspende a análise deste recurso, o fato de cinco dos sete ministros já terem votado indica que a ação terá continuidade. Até o momento, Gilmar Mendes, João Otávio de Noronha, Luiz Fux e Henrique Neves votaram pela continuidade da ação.
O único voto pelo arquivamento do caso foi da ministra Maria Thereza, relatora do caso, que foi alvo de fortes críticas do ministro Gilmar Mendes. O pedido de vista (mais tempo para análise) foi feito pela ministra Luciana Lóssio e o presidente do Tribunal, o ministro Dias Toffoli, ainda não votou.
 "Há quatro votos favoráveis para prover o recurso para que se determine a citação, que é a intimação, da presidente e do vice e da coligação. Houve um pedido de vista, mas já há uma maioria no sentido de dar prosseguimento à ação. Esse prosseguimento significa intimar para a defesa e fazer a produção de provas", explicou Toffoli ao final do julgamento.

 

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

EDUARDO CUNHA DIZ QUE NÃO DEIXARÁ PRESIDÊNCIA DA CÂMARA

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou nesta quarta-feira, 19, que qualquer partido tem o "direito democrático" de pedir sua saída, mas que não pretende se afastar. "Eu não farei afastamento de nenhuma natureza. Vou continuar exatamente no exercício pelo qual eu fui eleito pela maioria da Casa.  absolutamente tranquilo e sereno com relação a isso."Na iminência de ser denunciado pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot por envolvimento no escândalo de desvios na Petrobrás, o parlamentar ainda reagiu a um ofício da Procuradoria-Geral da República (PGR) encaminhado ao PSOL em que o órgão nega que investigações feitas na Casa tenham tido acesso aos computadores dos 513 deputados.
O PSOL havia encaminhado um pedido de explicações a Janot com base num relato de Cunha de que a ação realizada na Câmara vasculhou dados de todos os parlamentares.
No documento enviado ao partido, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, diz não só que é inverídica a informação, como classificou a afirmação de Cunha aos líderes partidários de "no mínimo leviana". Na ocasião, a ação na Casa foi solicitada pela PGR e autorizada pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal.
No dia 4 de maio, Zavascki autorizou que um oficial de Justiça fosse ao Departamento de Informática da Câmara para retirar cópias que pudessem comprovar a autoria de Cunha em um requerimento que poderia ajudar nas investigações referentes ao suposto envolvimento do presidente da Câmara.
Janot respondeu que a ação teve como foco Cunha e a ex-deputada federal Solange Almeida (PMDB-RJ). "A leviandade da declaração reside no fato de que tenta usar como escudo a instituição Câmara dos Deputados - e, pela via da desinformação, seus pares - para atacar o Ministério Público Federal, embora a crítica à diligência seja de interesse exclusivo para a defesa do deputado Eduardo Cunha", declara Janot no ofício enviado ao líder do PSOL, Chico Alencar (RJ).
Após o PSOL divulgar o conteúdo do ofício, Cunha imediatamente veio a público dizer que recebeu do corpo técnico da Casa a informação de que houve coleta de dados dos 513 deputados e que solicitou a certificação da informação para demonstrar que fala a verdade. "Se ele (Janot) desprezou os dados e utilizou o que interessava, não significa que quando fizeram a busca e apreensão aqui não coletaram todos os dados. Eles pegaram o sistema inteiro. Isso me foi falado pela área técnica", afirmou.
Cunha avisou que responsabilizará a área técnica se a informação for incorreta e que poderá pedir eventualmente desculpas. Ele defendeu o respeito entre os Poderes e afirmou que não vai "bater boca com quem quer que seja".
 

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

A IMAGEM DE DILMA SAIU "COLADA" NA CORRUPÇÃO DURANTE OS PROTESTOS



As manifestações contra o governo, em 26 Estados e no Distrito Federal, acenderam o sinal amarelo no Palácio do Planalto. A avaliação foi a de que os protestos conseguiram "colar" a imagem da presidente Dilma Rousseff e de seu padrinho, Luiz Inácio Lula da Silva, ao escândalo de corrupção da Petrobrás, principalmente na classe média. O governo acredita, ainda, que o PSDB "partidarizou" os movimentos, na tentativa de fazer avançar a tese do impeachment.

Em reunião com ministros que compõem a coordenação política, à noite, Dilma disse considerar que a população, embora insatisfeita, não vai apoiar iniciativas "golpistas". Mesmo assim, o diagnóstico foi o de que o governo enfrenta muitas dificuldades para vencer a batalha da comunicação e precisa tomar medidas de impacto para mostrar que entende o recado das ruas. Uma reforma administrativa, com corte de ministérios, está em estudo, mas Dilma ainda não bateu o martelo sobre o novo desenho da equipe.
Chamaram a atenção de ministros, nas manifestações de ontem, os bonecos de Dilma vestida de "irmã metralha" e do ex-presidente Lula com roupa de presidiário e a inscrição 13-171. Todos ali ficaram convencidos de que o desgaste do PT grudou não só em Lula como também em Dilma. Um auxiliar da presidente lembrou que o boneco de Lula custou caro (cerca de R$ 12 mil) e pode ter sido pago pela oposição.
A percepção do núcleo político foi a de que Dilma não conseguiu, até agora, transmitir a ideia de que a Operação Lava Jato, da Polícia Federal - responsável por desvendar o esquema de corrupção na Petrobrás - vai passar o País a limpo. Ao contrário: os protestos mostraram que a operação da Polícia Federal nocauteou o governo, Lula e o PT.O senador Aécio Neves (MG), presidente do PSDB e candidato derrotado na disputa de 2014, foi muito criticado na reunião do Palácio da Alvorada. Ministros disseram que Aécio e os senadores tucanos Aloizio Nunes Ferreira (SP) e José Serra (SP) tentaram "faturar" em cima das manifestações.
Para evitar "panelaços" e esvaziar a repercussão dos protestos, todos foram orientados a não dar entrevistas após o encontro com Dilma, que durou quase três horas. Coube ao titular de Comunicação Social, Edinho Silva, emitir um curto comentário sobre os atos.
"As manifestações de hoje (ontem) atestam a normalidade democrática no Brasil", disse Silva. "O governo mantém sua agenda de trabalho para, em breve, o País voltar a crescer, gerando emprego e distribuindo renda."No início da reunião, ministros avaliaram que os protestos deste domingo foram menores do que os ocorridos em abril. A Polícia Militar, porém, divulgou números indicando que o movimento foi maior.
 




domingo, 16 de agosto de 2015

FOTOS DO PROTESTO POR TODO O BRASIL CONTRA DILMA. LULA, PT E OS LADRÕES DA LAVA JATO

VEJA VÁRIAS FOTOS DO PROTESTO OCORRIDO EM TODO PAÍS NESTE DIA 16, DE AGOSTO.

 Esse país precisa de cada um desses brasileiros que vão as ruas, mostram a cara e luta contra esse governo do PT que tem nos tirado o sono com tantos erros........
O PT precisa dessa resposta de quem é dono desse Brasil maravilhoso....

sábado, 15 de agosto de 2015

EU TENHO PLENA CERTEZA QUE AINDA VAI SE PROVAR A PARTICIPAÇÃO DE LULA E DILMA NA LAVA JATO

  Se eu, já tinha desconfiança da participação de Lula na LAVA JATO, depois de ver esse grampo dele com um executivo da Odebrecht fiquei certo de que muita coisas vão aparecer. Basta você observar a jeito deles na conversa, parece que estão com medo de algo ser descoberto; mas vamos esperar que a PF tenha competência para chegar a todos os envolvidos. Também vejo que até a Dilma está nessa lava jato que mostra que nosso país está nas mãos de pessoas que só querem se dá bem nas custas das coisas publicas.

 Esse país precisa crescer, o povo tem que tomar uma providencia de imediata para salvar nossa economia, pois quanto mais esperar, mais vamos pagar por isso.
 

GRAMPO ENTRE LULA E O EXECUTIVO DA ODEBRECHT




domingo, 19 de julho de 2015

Em artigo, Marina defende afastamento de denunciados


  
 
  "Devemos exigir o afastamento dos que ocupam cargos cujos poderes possam interferir nas decisões. Mas desde já precisamos estar atentos contra qualquer tentativa de sabotagem"A ex-senadora critica o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, a quem acusa de usar a manipulação da crise para aumentar seu poder.Na avaliação de Marina, o Congresso divide com o governo a responsabilidade pela crise. "Neste momento, deveria predominar entre eles (parlamentares) a consciência de que o Poder Legislativo é maior que seus membros, mesmo aqueles que ocupam cargos de direção", disse.
A candidata do PSB nas eleições de 2014 pede que, "ao menos em nome do bom senso", os denunciados evitem "mexer mais ainda num equilíbrio institucional que já está precário, não usando poderes públicos como navios de guerra onde os litigantes disparam contra os outros". No texto, Marina defende a ação da Polícia Federal, do Ministério Público e da Justiça na Lava Jato e argumenta que o Brasil é capaz de sair do momento atual para outro momento positivo, assim como na crise que culminou no impeachment de Fernando Collor. "O que está em curso no Brasil não é apenas a desconstrução de um sistema político que revela, a cada dia, sua falência. Há também uma lenta construção da democracia e de instituições independentes e fortes, instrumentos de navegação em meio às crises", argumenta.
No texto, a ex-senadora mantém a esperança de que os culpados sejam punidos. "Se temos que respeitar as instituições que eles, infelizmente, dirigem tão mal, e respeitar a população que lhes confiou seu voto, temos também que manter viva nossa esperança de que a Justiça será feita e os erros serão punidos", escreveu. 

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Inquérito vai investigar suposto tráfico de influência de Lula

  Foi aberto um inquérito para investigar o suposto tráfico de influência internacional do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para favorecer a construtora Odebrecht, uma das empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato.
Após uma apuração preliminar, a Procuradoria da República no Distrito Federal abriu um inquérito para identificaram indícios suficientes para investigar o petista.
O MPF do Distrito Federal solicitou o compartilhamento de provas da Lava Jato para incluir na investigação criminal envolvendo Lula. O núcleo de combate à corrupção é o responsável pela apuração do petista.
O G1 entrou em contato com a assessoria do Instituto Lula que informou que o ex-presidente não irá se manifestar sobre a abertura do inquérito.
A revista Época revelou, em maio, que o Ministério Público Federal no DF estava investigando o ex-presidente da República. Na ocasião, a reportagem reproduziu o pedido de apuração preliminar que citou "supostas vantagens econômicas" obtidas, direta ou indiretamente, por parte de Lula da Odebrecht entre 2011 a 2014.

 

POLITICA: Câmara retoma mandato de quatro anos para deputados

  
   A Câmara aprovou nesta quarta-feira o destaque do DEM à proposta da reforma política e retirou do texto o mandato de cinco anos para deputados federais, estaduais e distritais, prefeitos, vereadores e senadores proposto pelo texto de primeiro turno. A proposta não obteve 308 votos necessários para mantê-lo na redação final. No total, foram 294 votos a favor dos cinco anos e 154 contra. Com isso, permanece o tempo atual dos mandatos.
Com a rejeição do novo tempo de mandato, caem ainda os mandatos de quatro anos nas eleições seguintes e o de nove anos para senador, ambos criados para fazer a transição que resultaria na coincidência de eleições gerais.
Na semana passada, os deputados aprovaram o texto-base da PEC da reforma política em segundo turno e analisam agora os destaques supressivos apresentados à matéria.
Está em análise também o destaque do PMDB que exclui o mandato de cinco anos para governador e presidente da República, além da mudança da data de posse dos governadores e do presidente de 1º de janeiro para 4 e 5 de janeiro do ano seguinte ao das eleições, respectivamente.

 

quarta-feira, 15 de julho de 2015

PMDB confirma que terá candidato próprio à Presidência em 2018

Segundo o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), o PMDB tem uma aliança com o PT "estratégica e circunstancial", que deveria ocorrer em torno de um programa.
"Mas o PMDB desde logo está deixando claro, absolutamente claro que vai ter um projeto de poder, que vai ter um candidato competitivo à Presidência da República", disse ao ser perguntado sobre uma candidatura própria do partido em 2018.
O PMDB é o maior partido da base aliada da presidente Dilma Rousseff, uma aliança que vem se desgastando.
O partido tem, além de Renan na presidência do Senado, Eduardo Cunha (RJ) no comando da Câmara dos Deputados.
O governo Dilma tem sofrido derrotas em votações no Congresso, mesmo depois de a presidente decidir escalar Temer para comandar a articulação política com o Parlamento.
A relação entre PT e PMDB, os dois maiores partidos da coalizão governista, tem sido desgastada em meio às dificuldades políticas do governo no Congresso, à fragilidade da economia e à baixa popularidade de Dilma. São comuns as críticas públicas de Cunha ao PT e de Renan ao governo.
Além da vice-presidência e o comando da articulação política, o PMDB comanda seis ministérios no governo Dilma --Agricultura, Minas e Energia, Turismo, Portos, Aviação Civil e Pesca.