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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

"QUEDA DO BRASIL EM 2016" 'Economist' alerta para queda do Brasil e prevê desastre em 2016



  A tradicional revista britânica "The Economist" escolheu a crise no Brasil como tema de sua primeira capa de 2016. Com o título de "Queda do Brasil" e uma foto da presidente Dilma Rousseff de cabeça baixa, a capa alerta para "ano desastroso" à frente.
Em vez do clima de euforia que seria de se esperar no início de 2016 por causa da realização das Olimpíadas, aponta a revista, o Brasil enfrenta "um desastre político e econômico".
O texto cita a perda do grau de investimento pela agência de classificação de risco Fitch Ratings e a saída do governo do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, menos de um ano após assumir o cargo. A previsão de que a economia brasileira encolha até 2,5% ou 3% no ano que vem também é citada. “Até a Rússia vai crescer mais do que isso”, destaca.
Os problemas na esfera política são outro destaque da reportagem, que lembra que o governo tem sido desacreditado por causa do escândalo de corrupção em torno da Petrobras. E que a presidente Dilma, acusada de esconder o tamanho do déficit orçamentário, enfrenta um processo de impeachmet no Congresso.
 A “Economist” ressalta que, como o B do BRICS, o Brasil “supostamente deveria estar na vanguarda do crescimento das economias emergentes. Em vez disso, enfrenta uma turbulência política e, talvez, um retorno à inflação galopante”. Segundo a publicação, “somente escolhas difíceis podem colocar o país de volta ao curso, mas, no momento, a presidente Dilma não parece ter estômago para isso”.
A revista aponta que o "sofrimento do Brasil", como o das demais economias emergentes, se deve em parte à queda dos preços das commodities globais. Fora isso, o déficit fiscal aumentou de 2% do PIB, em 2010, para 10%, em 2015.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Amigo de Lula confessa R$ 12 milhões para o PT



  Em seis horas e meia de depoimento nesta segunda-feira, 14, o pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Lula, admitiu à Polícia Federal em Curitiba, base da Operação Lava Jato, que os R$ 12 milhões que tomou de empréstimo junto ao Banco Schahin, em 2004, foram destinados ao PT. Preso desde o dia 24 e denunciado criminalmente nesta segunda, ele apontou os nomes de dois ex-tesoureiros do partido, Delúbio Soares e João Vaccari Neto, como envolvidos no negócio.
Segundo Bumlai, quem sugeriu a ele que fizesse o negócio foi o próprio presidente do banco, Sandro Tordin – que fez acordo de delação premiada com a Lava Jato junto com a família Schahin. Ele disse que Tordin lhe indicou que tomasse o empréstimo ‘para passar ao PT, via Bertin’.
A força-tarefa da Lava Jato, por meio da quebra dos siligos fiscal e bancário dos investigados, havia identificado que logo após os R$ 12 milhões do Banco Schahin entrarem na conta de Bumlai, o montante foi repassado para contas do Grupo Bertin – que foi sócio dos negócios do amigo de Lula.
Bumlai declarou à PF que “ficou de pensar no assunto”, mas que logo no dia seguinte foram à sua residência em Campo Grande (MS) o então tesoureiro do PT, Delúbio Soares, “e mais gente do partido” que afirmou não se lembrar do nome porque “nem abriram a boca na reunião”. Também foi à reunião o então presidente do banco, Sandro Tordin, com o contrato na mão, segundo Bumlai.
A PF quis saber de Bumlai o motivo de ele ter realizado o empréstimo. Ele citou o primeiro grande escândalo da era Lula no Palácio do Planalto que levou à prisão alguns dos principais quadros do PT, entre eles o ex-chefe da Casa civil José Dirceu. “Não tinha havido Mensalão ainda, o partido estava com grande popularidade. Não iria custar nada a mim, eu quis fazer um favor, uma gentileza para quem estava no poder.”
Bumlai disse que “fez um gesto de simpatia, que se transformou em uma grande bobagem”.
Em sua delação premiada, Salim Schahin, um dos donos do grupo, Bumlai e Delúbio disseram que Lula estava a par de empréstimo de R$ 12 milhões tomado pelo pecuarista. No depoimento desta segunda, Bumlai não envolveu o ex-presidente na operação.

Conselho de Ética vota por continuidade do processo contra Cunha



Por 11 votos a 9, os deputados do Conselho de Ética decidiram não aceitar o pedido de vista e dar sequencia à votação do parecer que vai definir o destino do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. O presidente do Conselho, deputado José Carlos Araújo, submeteu ao voto a possibilidade de nulidade do relatório apresentada pelo deputado Genecias Noronha, que poderia adiar, pela oitava vez, a votação do relatório. Araújo havia se manifestado contrário ao pedido do Solidariedade e gerou divergências. Diante das manifestações de aliados de Cunha, Araújo pediu para que o colegiado decidisse, e votou como integrante do Conselho, passando a presidência para o deputado Sandro Alex.

PF faz buscas na casa de Eduardo Cunha



  A Polícia Federal faz nesta terça-feira, 15, por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) uma operação de busca e apreensão na residência oficial do presidente da Câmara Eduardo Cunha, em Brasília, e na casa do parlamentar no Rio. O deputado é acusado por corrupção e lavagem de dinheiro pela Procuradoria-Geral da República, nas investigações da Operação Lava Jato.
A mais recente fase da Operação Lava Jato atingiu em cheio as principais lideranças nacionais do PMDB, partido que está prestes a romper com a presidente Dilma Rousseff. Foram alvos de ação de busca e apreensão dois atuais ministros de Dilma que vinham dando suporte a ela contra o impeachment: Celso Pansera (Ciência e Tecnologia) e Henrique Eduardo Alves (Turismo).
A operação da PF tem outros alvos: os senadores Edison Lobão (PMDB-MA) e Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), os deputados Aníbal Gomes (PMDB-CE) e Áureo Lídio (SD-RJ), o prefeito de Nova Iguaçu, Nelson Bornier (PMDB-RJ), o ex-vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Fábio Cleto (aliado de Cunha e exonerado na semana passada pela presidente Dilma), Aldo Guedes – ex-sócio de Eduardo Campos -, Lúcio Bolonha Funaro – delator do Mensalão -, Altair Alves Pinto – emissário de propina de Cunha, segundo os investigadores– e o ex-presidente da Transpetro Sergio Machado.
A operação Catilinárias cumpre ao todo 53 mandados de busca e apreensão – na Câmara dos Deputados, sede do PMDB em Alagoas, na empresa Estre Ambiental, em endereço relacionado a Wilson Quintela Filho -dono da Estre – na residência dos investigados, endereços funcionais, sedes de empresas, escritórios de advocacia e órgãos públicos – expedidos pelo STF, referentes a sete processos instaurados a partir de investigações da Lava Jato. Os mandados, expedidos pelo ministro Teori Zavascki, estão sendo cumpridos no Distrito Federal (9), em São Paulo (15), no Rio (14), no Pará (6), em Pernambuco (4), em Alagoas (2), no Ceará (2) e no Rio Grande do norte (1).
Três carros da Polícia Federal e sete policiais estão na frente da residência oficial de Cunha. O perímetro foi isolado. O celular de Eduardo Cunha foi apreendido.
Catilinárias são uma série de quatro discursos do cônsul romano Cícero contra o senador Catilina.
Eduardo Cunha foi denunciado pelo Ministério Público Federal em agosto. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou denúncia ao Supremo Tribunal Federal (STF) em que acusa Eduardo Cunha de ter recebido propina no valor de ao menos US$ 5 milhões para viabilizar a construção de dois navios-sondas da Petrobrás, no período entre junho de 2006 e outubro de 2012.
Celso Pansera foi apontado pelo doleiro Alberto Youssef, um dos delatores do esquema de corrupção investigado pela Lava Jato, como “pau mandado” do presidente da Câmara, Eduardo Cunha.
O deputado Aníbal Gomes é alvo de quatro inquéritos no STF. O parlamentar é suspeito de ser ‘interlocutor’ do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que teria usado Anibal Gomes como “interlocutor” dos contatos com a diretoria de Abastecimento da Petrobrás – reduto do PP no esquema de corrupção instalado na estatal.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Oposição vence eleição para formar comissão do impeachment



   Por 272 votos a 199, a chapa formada por deputados da oposição e dissidentes da base aliada venceu nesta terça-feira a votação para escolher os parlamentares que vão formar a comissão especial que vai analisar o processo de impeachment contra a presidente Dilma.
A chapa Unindo pelo Brasil, protocolada nesta terça-feira, é composta por 39 membros. A oponente, formada por parlamentares da base aliada, tinha 47 inscritos.
Isso não significa, contudo, que os partidos da base aliada não terão representantes na comissão. Como a chapa vencedora tem um número inferior ao necessário para formar o grupo que dará o parecer sobre o impeachment, os líderes não contemplados pela chapa vencedora devem indicar os nomes que faltam. 
As escolhas serão, então, referendadas pelo Plenário em uma votação suplementar.

carta de Temer a Dilma



Senhora Presidente,

"Verba volant, scripta manent".

   Por isso lhe escrevo. Muito a propósito do intenso noticiário destes últimos dias e de tudo que me chega aos ouvidos das conversas no Palácio. Esta é uma carta pessoal. É um desabafo que já deveria ter feito há muito tempo.
Desde logo lhe digo que não é preciso alardear publicamente a necessidade da minha lealdade. Tenho-a revelado ao longo destes cinco anos. Lealdade institucional pautada pelo art. 79 da Constituição Federal. Sei quais são as funções do Vice. A minha natural discrição conectei aquela derivada daquele dispositivo constitucional.
Entretanto, sempre tive ciência da absoluta desconfiança da senhora e do seu entorno em relação a mim e ao PMDB. Desconfiança incompatível com o que fizemos para manter o apoio pessoal e partidário ao seu governo. Basta ressaltar que na última convenção apenas 59,9% votaram pela aliança. E só o fizeram, ouso registrar, por que era eu o candidato à reeleição a Vice.
Tenho mantido a unidade do PMDB apoiando seu governo usando o prestígio político que tenho advindo da credibilidade e do respeito que granjeei no partido.
Isso tudo não gerou confiança em mim, gera desconfiança e menosprezo do governo.
Vamos aos fatos. Exemplifico alguns deles.

1. Passei os quatro primeiros anos de governo como vice decorativo. A Senhora sabe disso. Perdi todo protagonismo político que tivera no passado e que poderia ter sido usado pelo governo. Só era chamado para resolver as votações do PMDB e as crises políticas.

2. Jamais eu ou o PMDB fomos chamados para discutir formulações econômicas ou políticas do país; éramos meros acessórios, secundários, subsidiários.

3. A senhora, no segundo mandato, à última hora, não renovou o Ministério da Aviação Civil onde o Moreira Franco fez belíssimo trabalho elogiado durante a Copa do Mundo. Sabia que ele era uma indicação minha. Quis, portanto, desvalorizar-me. Cheguei a registrar este fato no dia seguinte, ao telefone.

4. No episódio Eliseu Padilha, mais recente, ele deixou o Ministério em razão de muitas "desfeitas", culminando com o que o governo fez a ele, Ministro, retirando sem nenhum aviso prévio, nome com perfil técnico que ele, Ministro da área, indicara para a ANAC.
Alardeou-se a) que fora retaliação a mim; b) que ele saiu porque faz parte de uma suposta "conspiração".

5. Quando a senhora fez um apelo para que eu assumisse a coordenação política, no momento em que o governo estava muito desprestigiado, atendi e fizemos, eu e o Padilha, aprovar o ajuste fiscal. Tema difícil porque dizia respeito aos trabalhadores e aos empresários. Não titubeamos. Estava em jogo o país. Quando se aprovou o ajuste, nada mais do que fazíamos tinha sequência no governo. Os acordos assumidos no Parlamento não foram cumpridos. Realizamos mais de 60 reuniões de líderes e bancadas ao longo do tempo solicitando apoio com a nossa credibilidade. Fomos obrigados a deixar aquela coordenação.

6. De qualquer forma, sou Presidente do PMDB e a senhora resolveu ignorar-me chamando o líder Picciani e seu pai para fazer um acordo sem nenhuma comunicação ao seu Vice e Presidente do Partido. Os dois ministros, sabe a senhora, foram nomeados por ele. E a senhora não teve a menor preocupação em eliminar do governo o Deputado Edinho Araújo, deputado de São Paulo e a mim ligado.

7. Democrata que sou, converso, sim, senhora Presidente, com a oposição. Sempre o fiz, pelos 24 anos que passei no Parlamento. Aliás, a primeira medida provisória do ajuste foi aprovada graças aos 8 (oito) votos do DEM, 6 (seis) do PSB e 3 do PV, recordando que foi aprovado por apenas 22 votos. Sou criticado por isso, numa visão equivocada do nosso sistema. E não foi sem razão que em duas oportunidades ressaltei que deveríamos reunificar o país. O Palácio resolveu difundir e criticar.

8. Recordo, ainda, que a senhora, na posse, manteve reunião de duas horas com o Vice-Presidente Joe Biden - com quem construí boa amizade - sem convidar-me o que gerou em seus assessores a pergunta: o que é que houve que numa reunião com o Vice-Presidente dos Estados Unidos, o do Brasil não se faz presente? Antes, no episódio da "espionagem" americana, quando as conversar começaram a ser retomadas, a senhora mandava o Ministro da Justiça, para conversar com o Vice-Presidente dos Estados Unidos. Tudo isso tem significado absoluta falta de confiança;

9. Mais recentemente, conversa nossa (das duas maiores autoridades do país) foi divulgada e de maneira inverídica sem nenhuma conexão com o teor da conversa.

10. Até o programa "Uma Ponte para o Futuro", aplaudido pela sociedade, cujas propostas poderiam ser utilizadas para recuperar a economia e resgatar a confiança foi tido como manobra desleal.
11. PMDB tem ciência de que o governo busca promover a sua divisão, o que já tentou no passado, sem sucesso.

  A senhora sabe que, como Presidente do PMDB, devo manter cauteloso silêncio com o objetivo de procurar o que sempre fiz: a unidade partidária.
Passados estes momentos críticos, tenho certeza de que o País terá tranquilidade para crescer e consolidar as conquistas sociais.
Finalmente, sei que a senhora não tem confiança em mim e no PMDB, hoje, e não terá amanhã.
Lamento, mas esta é a minha convicção. Respeitosamente, / L TEMER À Sua Excelência a Senhora Doutora DILMA ROUSSEFF. Presidente da República do Brasil Palácio do Planalto Brasília, D.F.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

O passo a passo do processo de impeachment contra Dilma



  No processo de impeachment, esse é o segundo de cinco passos básicos para a instauração do processo de cassação de um presidente da República. Veja abaixo o que acontece em seguida.
 
1) O crime: Um pedido de impeachment pode ser protocolado por qualquer cidadão, mas, para isso, é necessária a caracterização de um crime por parte do presidente que tenha relação com seu mandato vigente. No caso de Dilma Rousseff, as “pedaladas fiscais” em 2015 foram usadas como justificativa de Eduardo Cunha para acatar o pedido, consideradas “crime de responsabilidade fiscal”. São oito possíveis e as pedaladas, segundo o pedido, infringiriam os itens V e VI. Veja abaixo:
Art. 4º São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentarem contra a Constituição Federal, e, especialmente, contra:
I - A existência da União:
II - O livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário e dos poderes constitucionais dos Estados;
III - O exercício dos direitos políticos, individuais e sociais:
IV - A segurança interna do país:
V - A probidade na administração;
VI - A lei orçamentária;
VII - A guarda e o legal emprego dos dinheiros públicos;
VIII - O cumprimento das decisões judiciárias (Constituição, artigo 89).
2) A admissão: Esta é a fase atual. Com os pedidos em mãos, o presidente da Câmara pede análises técnicas e decide se arquiva ou acata o pedido. Este ano, foram 34 pedidos arquivados esse ano, um recorde. Para Cunha, o único que cumpriu os requisitos mínimos foi o dos três juristas.
3) O procedimento: Agora, o requerimento passa por análise de uma comissão composta por parlamentares de todas as bancadas da Câmara. Abre-se um prazo de 10 dias para que a comissão decida por um parecer favorável ou contrário à continuidade do processo. Daí em diante, serão 20 dias para defesa da presidente. Com o relatório pronto, o presidente da Câmara coloca a matéria em votação no plenário da Câmara. Se aceito por ao menos 342 deputados , ou seja, dois terços ou mais dos 513, um julgamento comandado pelo presidente do STF, Ricardo Lewandowski, no Senado. Dilma ficaria automaticamente afastada por seis meses esperando o resultado.
4) A decisão: No Senado, será feito um julgamento comum, cuja decisão será proferida pelos Senadores. Para um impeachment, é preciso novamente dos votos de dois terços da casa, neste caso 54 dos 81 senadores. Além de perder o mandato, Dilma pode ficar inelegível por até 5 anos, decisão que cabe também ao Senado. Caso a presidente seja absolvida, volta imediatamente ao cargo.
5) O próximo passo: Como o processo de impeachment aceito por Cunha não inclui o vice-presidente, em caso de cassação do mandato de Dilma, quem assume é Michel Temer  (PMDB). Não fosse assim e o vice caísse junto, seria o presidente da Câmara que assumiria o cargo interinamente. Neste caso hipotético, por se tratar dos dois primeiros anos do mandato, o Congresso convocaria novas eleições em 90 dias. Na segunda metade do mandato, o Congresso seria o responsável por escolher o novo presidente em 30 dias.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Oposição se une ao PMDB para articular novo plano de impeachment


 A coluna Painel, da Folha de S. Paulo, revelou nesta quinta-feira (05) que está sendo articulado um novo plano para o impeachment de Dilma Rousseff, sem que seja preciso recorrer às pedalas do TCU.  
O plano é feito pelo PMDB com representantes da oposição. De acordo com ele, o Congresso aprovaria as mudanças na meta fiscal de 2015 apenas no próximo ano e, por isso, o governo terminaria o mês de dezembro infringindo as leis Orçamentária e, também, a de Responsabilidade Fiscal. Ou seja, criaria um cenário ideal para pedir o afastamento já no começo de 2016.  
A reportagem da Folha explica que, no caso da nova meta que prevê o déficit de 2,05% do PIB não seja aprovada, os atos fiscais do Executivo ao longo de 2015 passariam a serem irregulares. 

sábado, 12 de setembro de 2015

QUEM DECIDE O FUTURO DO PAÍS NÃO SABE NEM O QUE É INFLAÇÃO

 Fico observando este país passando por essa crise e vejo algo que na verdade nem me surpreende; tudo começa nas  eleições, pois os eleitores brasileiros nem sabem o que inflação: a grande maioria vota porque tem que votar, não porque sabem. Eu que entendo um pouco destas quetões fico muito triste porque são pessoas desinformadas que escolhem por mim.
  Espero que um dia esse povo seja todos muito bem qualificados e consigam ter uma mente critica diante das coisas deste maravilhoso  Brasil!!!

POLITICA DE "AFILHADO" VAI ACABAR COM ESSE PAÍS

   Todos os dias o que mais estamos vendo é caso de corrupção na politica do Brasil, os noticiários não falam de outra coisa; é vereador, prefeito, deputado, senador, governador e a presidente do país envolvidos em caso de desvio do dinheiro publico. O  mais curioso é que alguns dos corruptos são reconduzidos aos os cargos por eleitores que numa espécie de faz de cego vota nos mesmo sem se preocupar com as coisas publicas.
   Na  verdade o Brasil está assim porque a forma de conduzir  as manobras politicas para administrar é bem conhecida de todos: "o toma lá dá cá" ainda reina em todas as partes do país. É muito comum que um gestor só faça algo se houver um "afilhado" naquela localidade, ou seja, usa da maquina para governa com os aliados favorecendo só a quem lhe interessa.
  O Brasil precisa mudar? Não, quem precisa mudar é o povo  aprendendo a votar com uma analise mais complexa sobre aquele que vai lhe representar.



Liderança petista acha que impeachment é provável em 2015


   Um possível impeachment já parece como provável em 2015 para ministros, deputados e senadores do PT.
De acordo com a coluna de Mônica Bergamo na Folha de S. Paulo, o clima entre os líderes petistas é de abatimento.
O PT realizou um monitoramento, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deve rejeitar pedidos de impedimento. Então, deputados da Frente Pró-Impeachment, com 280 votos, devem recorrer ao plenário e, com maioria simples, votariam pela admissibilidade do impeachment. Esse é, como recorda a colunista, o primeiro passo para o afastamento de um presidente.
Um senador do PT lembra que foi a partir da aprovação da admissibilidade do impeachment de Fernando Collor que "as pessoas começaram a acreditar e tomaram as ruas do país" em 1992. Algo que poderia acontecer também com Dilma.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Doleiro Youssef diz que Aécio recebeu dinheiro de corrupção de Furnas


    O doleiro Alberto Youssef afirmou nesta terça-feira durante depoimento à CPI da Petrobras que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) recebeu dinheiro de corrupção envolvendo Furnas, subsidiária da Eletrobras.
"Eu confirmo (que Aécio recebeu dinheiro de corrupção) por conta do que eu escutava do deputado José Janene, que era meu compadre e eu era operador dele", disse o doleiro.
A assessoria de imprensa de Aécio afirmou que Youssef apenas disse que ouviu dizer que o senador recebeu propina, não que ele recebeu dinheiro de corrupção. Lembrou ainda que a Procuradoria-Geral da República considerou que não havia indícios suficientes contra o tucano e por isso não pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de investigação contra ele.
Em nota, o PSDB disse que as declarações dadas por Youssef à CPI não são "informações prestadas, mas sim de ilações inverídicas feitas por terceiros já falecidos, a respeito do então líder do PSDB na Câmara dos Deputados, podendo, inclusive, estar atendendo a algum tipo de interesse político de quem o fez à época".
O partido diz ainda que Youssef repetiu à CPI o que disse em depoimento à Polícia Federal, que "nunca teve qualquer contato com o senador Aécio Neves e de que não teve conhecimento pessoal de qualquer ato, tendo apenas ouvido dizer um comentário feito por um terceiro já falecido".
(Reportagem de Leonardo Goy)

TSE OBTEVE MAIORIA PARA INVESTIGAR CAMPANHA DE DILMA

  
   Em julgamento marcado por intenso debate e bate-boca entre os ministros, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já tem maioria formada para aceitar um recurso apresentado pelo PSDB e dar continuidade a uma ação que pede que o mandato da presidente Dilma Rousseff (PT) e de seu vice, Michel Temer, seja impugnado.
O próximo passo, após a aceitação do recurso e prosseguimento da ação, é a intimação de Dilma e Temer para que eles apresentem a defesa e o Tribunal possa dar início à produção de provas. 
Apesar de um novo pedido de vista, o terceiro que suspende a análise deste recurso, o fato de cinco dos sete ministros já terem votado indica que a ação terá continuidade. Até o momento, Gilmar Mendes, João Otávio de Noronha, Luiz Fux e Henrique Neves votaram pela continuidade da ação.
O único voto pelo arquivamento do caso foi da ministra Maria Thereza, relatora do caso, que foi alvo de fortes críticas do ministro Gilmar Mendes. O pedido de vista (mais tempo para análise) foi feito pela ministra Luciana Lóssio e o presidente do Tribunal, o ministro Dias Toffoli, ainda não votou.
 "Há quatro votos favoráveis para prover o recurso para que se determine a citação, que é a intimação, da presidente e do vice e da coligação. Houve um pedido de vista, mas já há uma maioria no sentido de dar prosseguimento à ação. Esse prosseguimento significa intimar para a defesa e fazer a produção de provas", explicou Toffoli ao final do julgamento.

 

domingo, 16 de agosto de 2015

FOTOS DO PROTESTO POR TODO O BRASIL CONTRA DILMA. LULA, PT E OS LADRÕES DA LAVA JATO

VEJA VÁRIAS FOTOS DO PROTESTO OCORRIDO EM TODO PAÍS NESTE DIA 16, DE AGOSTO.

 Esse país precisa de cada um desses brasileiros que vão as ruas, mostram a cara e luta contra esse governo do PT que tem nos tirado o sono com tantos erros........
O PT precisa dessa resposta de quem é dono desse Brasil maravilhoso....

sábado, 15 de agosto de 2015

EU TENHO PLENA CERTEZA QUE AINDA VAI SE PROVAR A PARTICIPAÇÃO DE LULA E DILMA NA LAVA JATO

  Se eu, já tinha desconfiança da participação de Lula na LAVA JATO, depois de ver esse grampo dele com um executivo da Odebrecht fiquei certo de que muita coisas vão aparecer. Basta você observar a jeito deles na conversa, parece que estão com medo de algo ser descoberto; mas vamos esperar que a PF tenha competência para chegar a todos os envolvidos. Também vejo que até a Dilma está nessa lava jato que mostra que nosso país está nas mãos de pessoas que só querem se dá bem nas custas das coisas publicas.

 Esse país precisa crescer, o povo tem que tomar uma providencia de imediata para salvar nossa economia, pois quanto mais esperar, mais vamos pagar por isso.
 

GRAMPO ENTRE LULA E O EXECUTIVO DA ODEBRECHT




domingo, 9 de agosto de 2015

PROTESTOS CONTRA GOVERNO DIA 16

No próximo dia 16, o Brasil será marcado por protestos contra o governo. E, de acordo com a coluna Painel, da jornalista Vera Magalhães, na Folha de S. Paulo, os atos não serão apenas centrados na presidente Dilma Rousseff.
O 'Vem Pra Rua', que organiza as manifestações, vai usar lemas contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT.
A reportagem da coluna apurou que os protestos terão slogans como 'Lula Nunca Mais' e 'Fora Corruptos'. “A corrupção não está ligada só ao PT e a Dilma, embora tenha explodido nesses 13 anos”, explicou Rogério Chequer, porta-voz do grupo.
Além disso, o representante do movimento disse à coluna que parlamentares investigados na Operação Lava Jato também devem ser alvo dos discursos. No entanto, Chequer ponderou que, na visão do 'Vem Pra Rua', melhor que o impeachment seria a renúncia de Dilma. Isso porque o ato poderia “recuperar o governo e a economia do país”.





domingo, 19 de julho de 2015

Em artigo, Marina defende afastamento de denunciados


  
 
  "Devemos exigir o afastamento dos que ocupam cargos cujos poderes possam interferir nas decisões. Mas desde já precisamos estar atentos contra qualquer tentativa de sabotagem"A ex-senadora critica o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, a quem acusa de usar a manipulação da crise para aumentar seu poder.Na avaliação de Marina, o Congresso divide com o governo a responsabilidade pela crise. "Neste momento, deveria predominar entre eles (parlamentares) a consciência de que o Poder Legislativo é maior que seus membros, mesmo aqueles que ocupam cargos de direção", disse.
A candidata do PSB nas eleições de 2014 pede que, "ao menos em nome do bom senso", os denunciados evitem "mexer mais ainda num equilíbrio institucional que já está precário, não usando poderes públicos como navios de guerra onde os litigantes disparam contra os outros". No texto, Marina defende a ação da Polícia Federal, do Ministério Público e da Justiça na Lava Jato e argumenta que o Brasil é capaz de sair do momento atual para outro momento positivo, assim como na crise que culminou no impeachment de Fernando Collor. "O que está em curso no Brasil não é apenas a desconstrução de um sistema político que revela, a cada dia, sua falência. Há também uma lenta construção da democracia e de instituições independentes e fortes, instrumentos de navegação em meio às crises", argumenta.
No texto, a ex-senadora mantém a esperança de que os culpados sejam punidos. "Se temos que respeitar as instituições que eles, infelizmente, dirigem tão mal, e respeitar a população que lhes confiou seu voto, temos também que manter viva nossa esperança de que a Justiça será feita e os erros serão punidos", escreveu. 

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Em plena crise política, por onde anda Marina Silva?

  No momento em que o país passa por uma escalada da crise política, muitos se perguntam por onde anda Marina Silva, a candidata de 22,176 milhões de eleitores na eleição presidencial de 2014.
A resposta é: na Colômbia, para uma viagem de cerca de dez dias, onde, segundo sua conta no Instagram, tem visitado grupos da sociedade civil que atuam em áreas como sustentabilidade, democracia participativa e redução da violência.
A coincidência de sua ausência do país em um momento de intensificação do desgaste do governo Dilma Rousseff e em que novos desdobramentos da operação Lava Jato atingem congressistas, de certa forma reforça o sentimento de que Marina "desapareceu" do cenário político após a acirrada disputa de 2014.

POLITICA: Câmara retoma mandato de quatro anos para deputados

  
   A Câmara aprovou nesta quarta-feira o destaque do DEM à proposta da reforma política e retirou do texto o mandato de cinco anos para deputados federais, estaduais e distritais, prefeitos, vereadores e senadores proposto pelo texto de primeiro turno. A proposta não obteve 308 votos necessários para mantê-lo na redação final. No total, foram 294 votos a favor dos cinco anos e 154 contra. Com isso, permanece o tempo atual dos mandatos.
Com a rejeição do novo tempo de mandato, caem ainda os mandatos de quatro anos nas eleições seguintes e o de nove anos para senador, ambos criados para fazer a transição que resultaria na coincidência de eleições gerais.
Na semana passada, os deputados aprovaram o texto-base da PEC da reforma política em segundo turno e analisam agora os destaques supressivos apresentados à matéria.
Está em análise também o destaque do PMDB que exclui o mandato de cinco anos para governador e presidente da República, além da mudança da data de posse dos governadores e do presidente de 1º de janeiro para 4 e 5 de janeiro do ano seguinte ao das eleições, respectivamente.