Mostrando postagens com marcador IMPEACHMENT. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador IMPEACHMENT. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 1 de julho de 2021

OAB convoca reunião e também deve pedir impeachment de Bolsonaro

 


Um dia após movimentos e partidos de esquerda, parlamentares de centro e ex-bolsonaristas apresentarem na Câmara um superpedido de impeachment do presidente Jair Bolsonaro, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) convocou uma reunião extraordinária do seu Conselho Federal para o dia 20 de julho com o objetivo de debater se apresenta um documento próprio.

A entidade pediu o impeachment dos presidentes Fernando Collor, Dilma Rousseff e Michel Temer, mas resistia em aderir ao movimento “Fora Bolsonaro”. Em abril, a Ordem recebeu um parecer elaborado por uma comissão de juristas, presidida pelo ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Ayres Britto, que concluiu que o presidente cometeu crimes de responsabilidade e contra a humanidade.

O texto, porém, ficou em segundo plano na agenda dos advogados. Em mensagem divulgada pelo WhatsApp para as seccionais da OAB, o presidente da entidade, Felipe Santa Cruz, disse que os fatos recentes, desvendados pela CPI da Covid no Senado, “colocam ainda mais luz” sobre a responsabilidade clara do governo federal com relação à tragédia que vivemos.

“Nosso direito constitucional básico – o direito à vida – está sob séria ameaça. Portanto, não é mais possível adiar o debate sobre a possível apresentação, por parte de nossa entidade, do pedido de impeachment do presidente”, disse o dirigente.

Santa Cruz argumentou ainda que o Brasil vive uma grande tragédia humanitária, com quase 520 mil óbitos na terrível pandemia que enfrentamos. “Nos dedicamos, em boa parte da nossa gestão, a lutar pelas garantias constitucionais frequentemente ameaçadas e desrespeitadas nesse período. Chegamos a enviar, para análise do Procurador Geral da República, uma notícia crime sobre possíveis crimes cometidos pelo presidente da República, tanto em ações quanto em omissões durante a pandemia”.

Em entrevista ao Estadão em abril, porém, o presidente da OAB estava reticente sobre a iniciativa: “Não tem ninguém na rua para pedir impeachment agora.”

Se for protocolado, o pedido da Ordem será o 126° apresentado na Câmara.

Denúncias de corrupção e superpedido de impeachment pressionam Planalto



Diante do avanço das investigações na CPI da Covid e de denúncias de corrupção na compra de vacinas, o Palácio do Planalto age para manter de pé a aliança com o Centrão e evitar a ampliação da crise política, que tem no líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (Progressistas-PR), o personagem central. A pressão se agravou nesta quarta-feira, 30, com a apresentação do superpedido de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro, assinado por partidos de esquerda, centro-direita e parlamentares que romperam com o governo, além de integrantes de movimentos sociais, reunindo mais de 100 representações já protocoladas na Câmara. Acuado, o presidente voltou a recorrer ao tom de ameaça para atacar a CPI, citando as Forças Armadas.

“Não conseguem nos atingir, não vai ser com mentiras ou com CPI integrada por sete bandidos que vão nos tirar daqui”, discursou Bolsonaro em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, em referência ao grupo de senadores que é maioria na comissão. “Só tenho paz e tranquilidade porque sei que, além do povo, temos Forças Armadas comprometidas com a democracia e com a liberdade”, afirmou.


A Polícia Federal instaurou inquérito para investigar a compra da vacina indiana Covaxin, produzida pelo laboratório Bharat Biotech e intermediada pela empresa Precisa Medicamentos. O dono da Precisa, Francisco Maximiano, foi convocado para depor na CPI mas ainda não há data confirmada para o depoimento. Ricardo Barros, por sua vez, será ouvido pelos senadores na próxima quinta-feira. A Procuradoria da República no Distrito Federal também abriu investigação criminal sobre as negociações para aquisição da vacina (mais informações nesta página). O contrato foi suspenso temporariamente pelo governo.

O deputado Luis Miranda (DEM-DF), que depôs à CPI da Covid na semana passada e denunciou irregularidades nas tratativas para importação da Covaxin, disse que vai provar a existência de corrupção no governo. Ex-aliado de Bolsonaro, o deputado atua para proteger seu irmão, o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Fernandes Miranda, que disse à CPI e ao Ministério Público ter sido pressionado por superiores para acelerar o negócio com a Covaxin. As tratativas incluíam pagamento antecipado de US$ 45 milhões a uma offshore que não constava no contrato. Os dois irmãos afirmaram ter denunciado o esquema a Bolsonaro, que teria dito que isso seria “rolo” de Ricardo Barros.

Ao ser questionado nesta quarta sobre o superpedido de impeachment, o presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), minimizou a estratégia. “O que houve nesse superpedido? Uma compilação de tudo o que já existia nos outros. E, sobre esses depoimentos, quem tem de apurar é a CPI. É para isso que ela existe. Então, ao final dela a gente se posiciona aqui, porque, na realidade, impeachment como ação política a gente não faz com discurso, a gente faz com materialidade”, disse Lira, líder do Centrão e adversário de Barros dentro do partido.


Sigilos

Com foco nas suspeitas de irregularidades envolvendo a compra de vacinas contra o coronavírus, que já matou mais de 500 mil brasileiros, a CPI quebrou nesta quarta os sigilos telefônicos e telemáticos de integrantes do chamado “gabinete do ódio”. O grupo, coordenado pelo vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), é composto por auxiliares do presidente, acusados de espalhar fake news nas redes sociais contra adversários do governo. Tiveram os sigilos quebrados os assessores da Presidência Mateus Matos Diniz, José Matheus Salles Gomes e Tercio Arnaud Tomaz. O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello também teve os sigilos quebrados.

Além das suspeitas de malfeitos nas negociações para a compra da Covaxin, o governo passou a lidar com acusações de propina que teria sido cobrada pelo então diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias. O policial militar Luiz Paulo Dominguetti disse ao jornal Folha de S. Paulo ter aberto negociação com o governo, em nome da empresa Davati Medical Supply, para vender 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca. O acordo não foi adiante, segundo ele, porque o diretor cobrou propina de US$ 1 por dose para o negócio prosseguir. A AstraZeneca disse não ter intermediário para venda de sua vacina, que no Brasil é distribuída pela Fiocruz.

Ligado ao deputado Ricardo Barros, que foi ministro da Saúde no governo de Michel Temer, Ferreira Dias acabou demitido na terça, 29. O diretor já havia sido acusado por Luis Ricardo Miranda de ser um dos que faziam pressão para acelerar a compra da Covaxin.

A indicação do diretor de Logística do Ministério da Saúde havia sido patrocinada pelo ex-deputado Abelardo Lupion (DEM-PR) com o apoio de Barros. Tanto Ferreira Dias como Lupion trabalharam no governo de Cida Borghetti, mulher do líder do governo na Câmara.

A demissão sumária e sem explicações de um diretor com cargo estratégico na Saúde deixou clara a pressão sofrida pelo governo. Ao mesmo tempo, o Planalto tenta identificar se há mais bombas-relógio para explodir no ministério. O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) se reuniu nesta quarta com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para saber detalhes do pente fino que está sendo feito nos contratos para aquisição de imunizantes.

O ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner do Rosário, disse que em aproximadamente dez dias apresentará suas conclusões. Foi dele quem partiu o parecer aconselhando que fosse suspenso o contrato com a Precisa.

Existe a avaliação de setores do governo de que Arthur Lira estimulou o deputado Luiz Miranda a denunciar a suspeita de prevaricação de Bolsonaro à CPI para enfraquecer Barros, seu rival dentro do Progressistas. Apesar do desgaste, o governo ainda não decidiu se afastará Barros do posto. O prazo para essa decisão, a princípio, é dia 8, quando ele prestará depoimento na CPI. Se for bem e sobreviver, pode continuar no cargo. Se for mal, será rifado.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Avaliação ruim/péssima do governo Dilma vai a 70%, novo recorde negativo, mostra CNI/Ibope



  A rejeição à presidente Dilma Rousseff oscilou para cima em dezembro atingindo um novo recorde negativo num momento em que a petista enfrenta a batalha do impeachment na Câmara dos Deputados, com a pesquisa CNI/Ibope mostrando que a avaliação ruim/péssima do governo foi a 70 por cento, ante 69 por cento em setembro.
A pesquisa, contratada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), apontou nesta terça-feira que apenas 9 por cento avaliam o governo como ótimo ou bom, ante 10 por cento três meses antes. A desaprovação da maneira de governar da presidente se manteve em 82 por cento.
O levantamento foi realizado entre 4 e 7 de dezembro, com 2.002 pessoas em 143 municípios. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais

domingo, 13 de dezembro de 2015

NÃO FUI AO PROTESTO DE HOJE, MAS ELE MIM REPRESENTA




   Hoje com vimos houve protesto em todo o país, os manifestantes pediam o IMPEACHMENT da presidente Dilma e de outros políticos envolvidos em caso de corrupção, como é o caso de Eduardo cunha; sem sombra de duvidas a participação foi bem menor comparadas aos outros dias dos manifestos, mas se deve levar em conta vários fatores para essa baixa participação, isso não significa dizer que os brasileiros estão mais confiantes no governo, ou que não querem que a Dilma saia.
  Eu por exemplo sou a favor do impeachment  e não fui aos protestos, conheço várias pessoas que também ficaram em casa mesmo querendo que o PT caia fora, então essa mídia barata que adora fazer comparações deviam olhar em volta de si mesma e ver  a realidade deste país.

IMPEACHMENT JÁ!!!

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Oposição vence eleição para formar comissão do impeachment



   Por 272 votos a 199, a chapa formada por deputados da oposição e dissidentes da base aliada venceu nesta terça-feira a votação para escolher os parlamentares que vão formar a comissão especial que vai analisar o processo de impeachment contra a presidente Dilma.
A chapa Unindo pelo Brasil, protocolada nesta terça-feira, é composta por 39 membros. A oponente, formada por parlamentares da base aliada, tinha 47 inscritos.
Isso não significa, contudo, que os partidos da base aliada não terão representantes na comissão. Como a chapa vencedora tem um número inferior ao necessário para formar o grupo que dará o parecer sobre o impeachment, os líderes não contemplados pela chapa vencedora devem indicar os nomes que faltam. 
As escolhas serão, então, referendadas pelo Plenário em uma votação suplementar.

carta de Temer a Dilma



Senhora Presidente,

"Verba volant, scripta manent".

   Por isso lhe escrevo. Muito a propósito do intenso noticiário destes últimos dias e de tudo que me chega aos ouvidos das conversas no Palácio. Esta é uma carta pessoal. É um desabafo que já deveria ter feito há muito tempo.
Desde logo lhe digo que não é preciso alardear publicamente a necessidade da minha lealdade. Tenho-a revelado ao longo destes cinco anos. Lealdade institucional pautada pelo art. 79 da Constituição Federal. Sei quais são as funções do Vice. A minha natural discrição conectei aquela derivada daquele dispositivo constitucional.
Entretanto, sempre tive ciência da absoluta desconfiança da senhora e do seu entorno em relação a mim e ao PMDB. Desconfiança incompatível com o que fizemos para manter o apoio pessoal e partidário ao seu governo. Basta ressaltar que na última convenção apenas 59,9% votaram pela aliança. E só o fizeram, ouso registrar, por que era eu o candidato à reeleição a Vice.
Tenho mantido a unidade do PMDB apoiando seu governo usando o prestígio político que tenho advindo da credibilidade e do respeito que granjeei no partido.
Isso tudo não gerou confiança em mim, gera desconfiança e menosprezo do governo.
Vamos aos fatos. Exemplifico alguns deles.

1. Passei os quatro primeiros anos de governo como vice decorativo. A Senhora sabe disso. Perdi todo protagonismo político que tivera no passado e que poderia ter sido usado pelo governo. Só era chamado para resolver as votações do PMDB e as crises políticas.

2. Jamais eu ou o PMDB fomos chamados para discutir formulações econômicas ou políticas do país; éramos meros acessórios, secundários, subsidiários.

3. A senhora, no segundo mandato, à última hora, não renovou o Ministério da Aviação Civil onde o Moreira Franco fez belíssimo trabalho elogiado durante a Copa do Mundo. Sabia que ele era uma indicação minha. Quis, portanto, desvalorizar-me. Cheguei a registrar este fato no dia seguinte, ao telefone.

4. No episódio Eliseu Padilha, mais recente, ele deixou o Ministério em razão de muitas "desfeitas", culminando com o que o governo fez a ele, Ministro, retirando sem nenhum aviso prévio, nome com perfil técnico que ele, Ministro da área, indicara para a ANAC.
Alardeou-se a) que fora retaliação a mim; b) que ele saiu porque faz parte de uma suposta "conspiração".

5. Quando a senhora fez um apelo para que eu assumisse a coordenação política, no momento em que o governo estava muito desprestigiado, atendi e fizemos, eu e o Padilha, aprovar o ajuste fiscal. Tema difícil porque dizia respeito aos trabalhadores e aos empresários. Não titubeamos. Estava em jogo o país. Quando se aprovou o ajuste, nada mais do que fazíamos tinha sequência no governo. Os acordos assumidos no Parlamento não foram cumpridos. Realizamos mais de 60 reuniões de líderes e bancadas ao longo do tempo solicitando apoio com a nossa credibilidade. Fomos obrigados a deixar aquela coordenação.

6. De qualquer forma, sou Presidente do PMDB e a senhora resolveu ignorar-me chamando o líder Picciani e seu pai para fazer um acordo sem nenhuma comunicação ao seu Vice e Presidente do Partido. Os dois ministros, sabe a senhora, foram nomeados por ele. E a senhora não teve a menor preocupação em eliminar do governo o Deputado Edinho Araújo, deputado de São Paulo e a mim ligado.

7. Democrata que sou, converso, sim, senhora Presidente, com a oposição. Sempre o fiz, pelos 24 anos que passei no Parlamento. Aliás, a primeira medida provisória do ajuste foi aprovada graças aos 8 (oito) votos do DEM, 6 (seis) do PSB e 3 do PV, recordando que foi aprovado por apenas 22 votos. Sou criticado por isso, numa visão equivocada do nosso sistema. E não foi sem razão que em duas oportunidades ressaltei que deveríamos reunificar o país. O Palácio resolveu difundir e criticar.

8. Recordo, ainda, que a senhora, na posse, manteve reunião de duas horas com o Vice-Presidente Joe Biden - com quem construí boa amizade - sem convidar-me o que gerou em seus assessores a pergunta: o que é que houve que numa reunião com o Vice-Presidente dos Estados Unidos, o do Brasil não se faz presente? Antes, no episódio da "espionagem" americana, quando as conversar começaram a ser retomadas, a senhora mandava o Ministro da Justiça, para conversar com o Vice-Presidente dos Estados Unidos. Tudo isso tem significado absoluta falta de confiança;

9. Mais recentemente, conversa nossa (das duas maiores autoridades do país) foi divulgada e de maneira inverídica sem nenhuma conexão com o teor da conversa.

10. Até o programa "Uma Ponte para o Futuro", aplaudido pela sociedade, cujas propostas poderiam ser utilizadas para recuperar a economia e resgatar a confiança foi tido como manobra desleal.
11. PMDB tem ciência de que o governo busca promover a sua divisão, o que já tentou no passado, sem sucesso.

  A senhora sabe que, como Presidente do PMDB, devo manter cauteloso silêncio com o objetivo de procurar o que sempre fiz: a unidade partidária.
Passados estes momentos críticos, tenho certeza de que o País terá tranquilidade para crescer e consolidar as conquistas sociais.
Finalmente, sei que a senhora não tem confiança em mim e no PMDB, hoje, e não terá amanhã.
Lamento, mas esta é a minha convicção. Respeitosamente, / L TEMER À Sua Excelência a Senhora Doutora DILMA ROUSSEFF. Presidente da República do Brasil Palácio do Planalto Brasília, D.F.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Eduardo Cunha aceita pedido de impeachment contra Dilma Rousseff



  O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aceitou o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT) feito pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr. e Janaina Paschoal. O peemedebista disse a aceitação do pedido tem "natureza técnica" e que não havia como postergar mais a decisão sobre a questão. "Não ficaria com isso na gaveta sem decidir", afirmou, ressaltando que "nunca na história de um mandato" houve tantos pedidos para afastamento do presidente.
Cunha afirmou que o pedido seguirá "processo normal", dando amplo direito ao contraditório ao governo, e negou indiretamente uma atitude de revanche em relação ao governo. "Minha posição será a mais isenta possível, sem nenhum espírito de torcida", afirmou.
A decisão de Cunha foi tomada horas depois de o líder do PT na Câmara, Sibá Machado (AC), anunciar que os três integrantes do partido no Conselho de Ética votarão, em sessão marcada para a próxima terça-feira, 8, pela admissibilidade do pedido de cassação de mandato de Cunha apresentado pelo PSol.
"Não tenho nenhuma felicidade de praticar esse ato", disse. "Decisão é de muita reflexão e de muita dificuldade". O presidente da Câmara afirmou que o País passa por muitas crises e que é preciso que a possibilidade de afastamento da presidente seja uma questão enfrentada.No início da coletiva de imprensa, Cunha afirmou que refutou pedidos baseados em acusações sobre mandatos anteriores ao atual e disse que entendeu como constrangimento acusações, divulgadas pela imprensa na segunda-feira, 20, de que teria recebido dinheiro do BTG em troca de aprovação de medida provisória que favoreceu o banco.
O pedido de impeachment cita as “pedaladas fiscais” pelo governo em 2014, segundo relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) que rejeitou as contas da gestão Dilma no ano passado, e a continuidade dessa prática contábil em 2015 .
Para o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), a decisão de Cunha de aceitar pedido de impeachment "foi uma atitude revanchista". O deputado Wadih Damous (PT-RJ) afirma que "Cunha, associado a partidos de oposição, quer dar o golpe".

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Oposição se une ao PMDB para articular novo plano de impeachment


 A coluna Painel, da Folha de S. Paulo, revelou nesta quinta-feira (05) que está sendo articulado um novo plano para o impeachment de Dilma Rousseff, sem que seja preciso recorrer às pedalas do TCU.  
O plano é feito pelo PMDB com representantes da oposição. De acordo com ele, o Congresso aprovaria as mudanças na meta fiscal de 2015 apenas no próximo ano e, por isso, o governo terminaria o mês de dezembro infringindo as leis Orçamentária e, também, a de Responsabilidade Fiscal. Ou seja, criaria um cenário ideal para pedir o afastamento já no começo de 2016.  
A reportagem da Folha explica que, no caso da nova meta que prevê o déficit de 2,05% do PIB não seja aprovada, os atos fiscais do Executivo ao longo de 2015 passariam a serem irregulares. 

domingo, 27 de setembro de 2015

Investigação colhe dados sobre viagens de Lula

  
   Com o governo Dilma Rousseff ladeira abaixo, empurrado pela repercussão da Operação Lava Jato e pela economia em queda livre, o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, no final de agosto, que estava de volta à lida. “Voltei a voar”, disse Lula. Mas, na verdade, o ex-presidente jamais “desembarcou” de sua atuação política e de vendedor de suas ideias sobre o País.
Os detalhes dessa sua intensa agenda de viagens nacionais e internacionais nos últimos anos estão em fase final de coleta de informações na investigação sigilosa que ocorre no Núcleo de Combate à Corrupção (NCC) do Ministério Público Federal do Distrito Federal.
Enquanto Lula abre suas asas sobre o País, o MPF-DF ajusta o radar exatamente na direção dele. Os procuradores querem saber quem paga a conta do sobrevoo continental do ex-presidente e suas consequências.
Levantamento do Instituto Lula aponta que, de 2011 a 2014, ele não economizou tempo e presença visitando boa parte do Planeta. A maratona aérea teve 174 reuniões nas quais Lula se encontrou com 107 chefes de Estado, autoridades, empresários e dirigentes de organismos multilaterais e organizações sociais, 63 deles no Brasil e 111 no exterior.
Neste período, Lula amealhou 28 títulos e tem uma lista de mais 65 outorgados a receber. Contando a despesa com passagens aéreas somente de 2013, 2014 e 2015, o ex-presidente gastou, a preços de classe econômica, cotados nesta semana em empresas aéreas, cerca de US$ 38 mil - o que chega a cerca de R$ 152 mil. Em ofício de maio, a procuradora do NCC Mirella de Aguiar, que está afastada por licença maternidade, assinou pedido de apuração da movimentação de Lula pelo mundo para “aferir-se se encontram adequação típica no ordenamento jurídico nacional, caso em que poderá ser instaurada ou requisitada investigação”. A procuradora substituta indicada, Anna Carolina Resende Maia Garcia, porém, não pretende assumir a tarefa tão cedo e permanece na Procuradoria-Geral da República trabalhando na equipe do procurador-geral Rodrigo Janot.
O caso das viagens de Lula ganhou peso no Núcleo de Combate à Corrupção em julho quando o procurador Valtan Timbó Martins Furtado, interino no 1º Ofício, fez andar despacho sobre uma Notícia de Fato (NF 3.553/2015) solicitada pelo procurador do 4º Ofício, Anselmo Lopes, que recolheu material de imprensa sobre as viagens de Lula e as relações dele com empreiteiras investigadas na Lava Jato.
 

sábado, 12 de setembro de 2015

QUEM DECIDE O FUTURO DO PAÍS NÃO SABE NEM O QUE É INFLAÇÃO

 Fico observando este país passando por essa crise e vejo algo que na verdade nem me surpreende; tudo começa nas  eleições, pois os eleitores brasileiros nem sabem o que inflação: a grande maioria vota porque tem que votar, não porque sabem. Eu que entendo um pouco destas quetões fico muito triste porque são pessoas desinformadas que escolhem por mim.
  Espero que um dia esse povo seja todos muito bem qualificados e consigam ter uma mente critica diante das coisas deste maravilhoso  Brasil!!!

POLITICA DE "AFILHADO" VAI ACABAR COM ESSE PAÍS

   Todos os dias o que mais estamos vendo é caso de corrupção na politica do Brasil, os noticiários não falam de outra coisa; é vereador, prefeito, deputado, senador, governador e a presidente do país envolvidos em caso de desvio do dinheiro publico. O  mais curioso é que alguns dos corruptos são reconduzidos aos os cargos por eleitores que numa espécie de faz de cego vota nos mesmo sem se preocupar com as coisas publicas.
   Na  verdade o Brasil está assim porque a forma de conduzir  as manobras politicas para administrar é bem conhecida de todos: "o toma lá dá cá" ainda reina em todas as partes do país. É muito comum que um gestor só faça algo se houver um "afilhado" naquela localidade, ou seja, usa da maquina para governa com os aliados favorecendo só a quem lhe interessa.
  O Brasil precisa mudar? Não, quem precisa mudar é o povo  aprendendo a votar com uma analise mais complexa sobre aquele que vai lhe representar.



DILMA VAI SOFRER IMPEACHMENT AINDA ESTE ANO

 
Analisando o andar da economia do país, não é difícil perceber que as coisas ainda vão ficar mais grave; e com isso vai acontecer o impeachment da Dilma para nossa sorte a oposição está articulando uma manobra  e vai entrar com o pedido em breve aguardem!!! Espero que os brasileiros lute para salvar este país das mãos desses bandidos mafiosos do PT

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

TSE OBTEVE MAIORIA PARA INVESTIGAR CAMPANHA DE DILMA

  
   Em julgamento marcado por intenso debate e bate-boca entre os ministros, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já tem maioria formada para aceitar um recurso apresentado pelo PSDB e dar continuidade a uma ação que pede que o mandato da presidente Dilma Rousseff (PT) e de seu vice, Michel Temer, seja impugnado.
O próximo passo, após a aceitação do recurso e prosseguimento da ação, é a intimação de Dilma e Temer para que eles apresentem a defesa e o Tribunal possa dar início à produção de provas. 
Apesar de um novo pedido de vista, o terceiro que suspende a análise deste recurso, o fato de cinco dos sete ministros já terem votado indica que a ação terá continuidade. Até o momento, Gilmar Mendes, João Otávio de Noronha, Luiz Fux e Henrique Neves votaram pela continuidade da ação.
O único voto pelo arquivamento do caso foi da ministra Maria Thereza, relatora do caso, que foi alvo de fortes críticas do ministro Gilmar Mendes. O pedido de vista (mais tempo para análise) foi feito pela ministra Luciana Lóssio e o presidente do Tribunal, o ministro Dias Toffoli, ainda não votou.
 "Há quatro votos favoráveis para prover o recurso para que se determine a citação, que é a intimação, da presidente e do vice e da coligação. Houve um pedido de vista, mas já há uma maioria no sentido de dar prosseguimento à ação. Esse prosseguimento significa intimar para a defesa e fazer a produção de provas", explicou Toffoli ao final do julgamento.

 

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

A IMAGEM DE DILMA SAIU "COLADA" NA CORRUPÇÃO DURANTE OS PROTESTOS



As manifestações contra o governo, em 26 Estados e no Distrito Federal, acenderam o sinal amarelo no Palácio do Planalto. A avaliação foi a de que os protestos conseguiram "colar" a imagem da presidente Dilma Rousseff e de seu padrinho, Luiz Inácio Lula da Silva, ao escândalo de corrupção da Petrobrás, principalmente na classe média. O governo acredita, ainda, que o PSDB "partidarizou" os movimentos, na tentativa de fazer avançar a tese do impeachment.

Em reunião com ministros que compõem a coordenação política, à noite, Dilma disse considerar que a população, embora insatisfeita, não vai apoiar iniciativas "golpistas". Mesmo assim, o diagnóstico foi o de que o governo enfrenta muitas dificuldades para vencer a batalha da comunicação e precisa tomar medidas de impacto para mostrar que entende o recado das ruas. Uma reforma administrativa, com corte de ministérios, está em estudo, mas Dilma ainda não bateu o martelo sobre o novo desenho da equipe.
Chamaram a atenção de ministros, nas manifestações de ontem, os bonecos de Dilma vestida de "irmã metralha" e do ex-presidente Lula com roupa de presidiário e a inscrição 13-171. Todos ali ficaram convencidos de que o desgaste do PT grudou não só em Lula como também em Dilma. Um auxiliar da presidente lembrou que o boneco de Lula custou caro (cerca de R$ 12 mil) e pode ter sido pago pela oposição.
A percepção do núcleo político foi a de que Dilma não conseguiu, até agora, transmitir a ideia de que a Operação Lava Jato, da Polícia Federal - responsável por desvendar o esquema de corrupção na Petrobrás - vai passar o País a limpo. Ao contrário: os protestos mostraram que a operação da Polícia Federal nocauteou o governo, Lula e o PT.O senador Aécio Neves (MG), presidente do PSDB e candidato derrotado na disputa de 2014, foi muito criticado na reunião do Palácio da Alvorada. Ministros disseram que Aécio e os senadores tucanos Aloizio Nunes Ferreira (SP) e José Serra (SP) tentaram "faturar" em cima das manifestações.
Para evitar "panelaços" e esvaziar a repercussão dos protestos, todos foram orientados a não dar entrevistas após o encontro com Dilma, que durou quase três horas. Coube ao titular de Comunicação Social, Edinho Silva, emitir um curto comentário sobre os atos.
"As manifestações de hoje (ontem) atestam a normalidade democrática no Brasil", disse Silva. "O governo mantém sua agenda de trabalho para, em breve, o País voltar a crescer, gerando emprego e distribuindo renda."No início da reunião, ministros avaliaram que os protestos deste domingo foram menores do que os ocorridos em abril. A Polícia Militar, porém, divulgou números indicando que o movimento foi maior.
 




domingo, 16 de agosto de 2015

FOTOS DO PROTESTO POR TODO O BRASIL CONTRA DILMA. LULA, PT E OS LADRÕES DA LAVA JATO

VEJA VÁRIAS FOTOS DO PROTESTO OCORRIDO EM TODO PAÍS NESTE DIA 16, DE AGOSTO.

 Esse país precisa de cada um desses brasileiros que vão as ruas, mostram a cara e luta contra esse governo do PT que tem nos tirado o sono com tantos erros........
O PT precisa dessa resposta de quem é dono desse Brasil maravilhoso....

sábado, 15 de agosto de 2015

EU TENHO PLENA CERTEZA QUE AINDA VAI SE PROVAR A PARTICIPAÇÃO DE LULA E DILMA NA LAVA JATO

  Se eu, já tinha desconfiança da participação de Lula na LAVA JATO, depois de ver esse grampo dele com um executivo da Odebrecht fiquei certo de que muita coisas vão aparecer. Basta você observar a jeito deles na conversa, parece que estão com medo de algo ser descoberto; mas vamos esperar que a PF tenha competência para chegar a todos os envolvidos. Também vejo que até a Dilma está nessa lava jato que mostra que nosso país está nas mãos de pessoas que só querem se dá bem nas custas das coisas publicas.

 Esse país precisa crescer, o povo tem que tomar uma providencia de imediata para salvar nossa economia, pois quanto mais esperar, mais vamos pagar por isso.
 

domingo, 9 de agosto de 2015

PROTESTOS CONTRA GOVERNO DIA 16

No próximo dia 16, o Brasil será marcado por protestos contra o governo. E, de acordo com a coluna Painel, da jornalista Vera Magalhães, na Folha de S. Paulo, os atos não serão apenas centrados na presidente Dilma Rousseff.
O 'Vem Pra Rua', que organiza as manifestações, vai usar lemas contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT.
A reportagem da coluna apurou que os protestos terão slogans como 'Lula Nunca Mais' e 'Fora Corruptos'. “A corrupção não está ligada só ao PT e a Dilma, embora tenha explodido nesses 13 anos”, explicou Rogério Chequer, porta-voz do grupo.
Além disso, o representante do movimento disse à coluna que parlamentares investigados na Operação Lava Jato também devem ser alvo dos discursos. No entanto, Chequer ponderou que, na visão do 'Vem Pra Rua', melhor que o impeachment seria a renúncia de Dilma. Isso porque o ato poderia “recuperar o governo e a economia do país”.





domingo, 19 de julho de 2015

Em artigo, Marina defende afastamento de denunciados


  
 
  "Devemos exigir o afastamento dos que ocupam cargos cujos poderes possam interferir nas decisões. Mas desde já precisamos estar atentos contra qualquer tentativa de sabotagem"A ex-senadora critica o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, a quem acusa de usar a manipulação da crise para aumentar seu poder.Na avaliação de Marina, o Congresso divide com o governo a responsabilidade pela crise. "Neste momento, deveria predominar entre eles (parlamentares) a consciência de que o Poder Legislativo é maior que seus membros, mesmo aqueles que ocupam cargos de direção", disse.
A candidata do PSB nas eleições de 2014 pede que, "ao menos em nome do bom senso", os denunciados evitem "mexer mais ainda num equilíbrio institucional que já está precário, não usando poderes públicos como navios de guerra onde os litigantes disparam contra os outros". No texto, Marina defende a ação da Polícia Federal, do Ministério Público e da Justiça na Lava Jato e argumenta que o Brasil é capaz de sair do momento atual para outro momento positivo, assim como na crise que culminou no impeachment de Fernando Collor. "O que está em curso no Brasil não é apenas a desconstrução de um sistema político que revela, a cada dia, sua falência. Há também uma lenta construção da democracia e de instituições independentes e fortes, instrumentos de navegação em meio às crises", argumenta.
No texto, a ex-senadora mantém a esperança de que os culpados sejam punidos. "Se temos que respeitar as instituições que eles, infelizmente, dirigem tão mal, e respeitar a população que lhes confiou seu voto, temos também que manter viva nossa esperança de que a Justiça será feita e os erros serão punidos", escreveu. 

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Em plena crise política, por onde anda Marina Silva?

  No momento em que o país passa por uma escalada da crise política, muitos se perguntam por onde anda Marina Silva, a candidata de 22,176 milhões de eleitores na eleição presidencial de 2014.
A resposta é: na Colômbia, para uma viagem de cerca de dez dias, onde, segundo sua conta no Instagram, tem visitado grupos da sociedade civil que atuam em áreas como sustentabilidade, democracia participativa e redução da violência.
A coincidência de sua ausência do país em um momento de intensificação do desgaste do governo Dilma Rousseff e em que novos desdobramentos da operação Lava Jato atingem congressistas, de certa forma reforça o sentimento de que Marina "desapareceu" do cenário político após a acirrada disputa de 2014.

Inquérito vai investigar suposto tráfico de influência de Lula

  Foi aberto um inquérito para investigar o suposto tráfico de influência internacional do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para favorecer a construtora Odebrecht, uma das empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato.
Após uma apuração preliminar, a Procuradoria da República no Distrito Federal abriu um inquérito para identificaram indícios suficientes para investigar o petista.
O MPF do Distrito Federal solicitou o compartilhamento de provas da Lava Jato para incluir na investigação criminal envolvendo Lula. O núcleo de combate à corrupção é o responsável pela apuração do petista.
O G1 entrou em contato com a assessoria do Instituto Lula que informou que o ex-presidente não irá se manifestar sobre a abertura do inquérito.
A revista Época revelou, em maio, que o Ministério Público Federal no DF estava investigando o ex-presidente da República. Na ocasião, a reportagem reproduziu o pedido de apuração preliminar que citou "supostas vantagens econômicas" obtidas, direta ou indiretamente, por parte de Lula da Odebrecht entre 2011 a 2014.