Por 11 votos a 9, os deputados do Conselho de Ética decidiram não aceitar o pedido de vista e dar sequencia à votação do parecer que vai definir o destino do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. O presidente do Conselho, deputado José Carlos Araújo, submeteu ao voto a possibilidade de nulidade do relatório apresentada pelo deputado Genecias Noronha, que poderia adiar, pela oitava vez, a votação do relatório. Araújo havia se manifestado contrário ao pedido do Solidariedade e gerou divergências. Diante das manifestações de aliados de Cunha, Araújo pediu para que o colegiado decidisse, e votou como integrante do Conselho, passando a presidência para o deputado Sandro Alex.
Mostrando postagens com marcador Eduardo cunha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eduardo cunha. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Conselho de Ética vota por continuidade do processo contra Cunha
Por 11 votos a 9, os deputados do Conselho de Ética decidiram não aceitar o pedido de vista e dar sequencia à votação do parecer que vai definir o destino do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. O presidente do Conselho, deputado José Carlos Araújo, submeteu ao voto a possibilidade de nulidade do relatório apresentada pelo deputado Genecias Noronha, que poderia adiar, pela oitava vez, a votação do relatório. Araújo havia se manifestado contrário ao pedido do Solidariedade e gerou divergências. Diante das manifestações de aliados de Cunha, Araújo pediu para que o colegiado decidisse, e votou como integrante do Conselho, passando a presidência para o deputado Sandro Alex.
PF faz buscas na casa de Eduardo Cunha
A Polícia Federal faz nesta terça-feira, 15, por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) uma operação de busca e apreensão na residência oficial do presidente da Câmara Eduardo Cunha, em Brasília, e na casa do parlamentar no Rio. O deputado é acusado por corrupção e lavagem de dinheiro pela Procuradoria-Geral da República, nas investigações da Operação Lava Jato.
A mais recente fase da Operação Lava Jato atingiu em cheio as principais lideranças nacionais do PMDB, partido que está prestes a romper com a presidente Dilma Rousseff. Foram alvos de ação de busca e apreensão dois atuais ministros de Dilma que vinham dando suporte a ela contra o impeachment: Celso Pansera (Ciência e Tecnologia) e Henrique Eduardo Alves (Turismo).
A operação da PF tem outros alvos: os senadores Edison Lobão (PMDB-MA) e Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), os deputados Aníbal Gomes (PMDB-CE) e Áureo Lídio (SD-RJ), o prefeito de Nova Iguaçu, Nelson Bornier (PMDB-RJ), o ex-vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Fábio Cleto (aliado de Cunha e exonerado na semana passada pela presidente Dilma), Aldo Guedes – ex-sócio de Eduardo Campos -, Lúcio Bolonha Funaro – delator do Mensalão -, Altair Alves Pinto – emissário de propina de Cunha, segundo os investigadores– e o ex-presidente da Transpetro Sergio Machado.
A operação Catilinárias cumpre ao todo 53 mandados de busca e apreensão – na Câmara dos Deputados, sede do PMDB em Alagoas, na empresa Estre Ambiental, em endereço relacionado a Wilson Quintela Filho -dono da Estre – na residência dos investigados, endereços funcionais, sedes de empresas, escritórios de advocacia e órgãos públicos – expedidos pelo STF, referentes a sete processos instaurados a partir de investigações da Lava Jato. Os mandados, expedidos pelo ministro Teori Zavascki, estão sendo cumpridos no Distrito Federal (9), em São Paulo (15), no Rio (14), no Pará (6), em Pernambuco (4), em Alagoas (2), no Ceará (2) e no Rio Grande do norte (1).
Três carros da Polícia Federal e sete policiais estão na frente da residência oficial de Cunha. O perímetro foi isolado. O celular de Eduardo Cunha foi apreendido.
Catilinárias são uma série de quatro discursos do cônsul romano Cícero contra o senador Catilina.
Eduardo Cunha foi denunciado pelo Ministério Público Federal em agosto. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou denúncia ao Supremo Tribunal Federal (STF) em que acusa Eduardo Cunha de ter recebido propina no valor de ao menos US$ 5 milhões para viabilizar a construção de dois navios-sondas da Petrobrás, no período entre junho de 2006 e outubro de 2012.
Celso Pansera foi apontado pelo doleiro Alberto Youssef, um dos delatores do esquema de corrupção investigado pela Lava Jato, como “pau mandado” do presidente da Câmara, Eduardo Cunha.
O deputado Aníbal Gomes é alvo de quatro inquéritos no STF. O parlamentar é suspeito de ser ‘interlocutor’ do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que teria usado Anibal Gomes como “interlocutor” dos contatos com a diretoria de Abastecimento da Petrobrás – reduto do PP no esquema de corrupção instalado na estatal.
domingo, 13 de dezembro de 2015
NÃO FUI AO PROTESTO DE HOJE, MAS ELE MIM REPRESENTA
Hoje com vimos houve protesto em todo o país, os manifestantes pediam o IMPEACHMENT da presidente Dilma e de outros políticos envolvidos em caso de corrupção, como é o caso de Eduardo cunha; sem sombra de duvidas a participação foi bem menor comparadas aos outros dias dos manifestos, mas se deve levar em conta vários fatores para essa baixa participação, isso não significa dizer que os brasileiros estão mais confiantes no governo, ou que não querem que a Dilma saia.
Eu por exemplo sou a favor do impeachment e não fui aos protestos, conheço várias pessoas que também ficaram em casa mesmo querendo que o PT caia fora, então essa mídia barata que adora fazer comparações deviam olhar em volta de si mesma e ver a realidade deste país.
IMPEACHMENT JÁ!!!
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Oposição vence eleição para formar comissão do impeachment
Por 272 votos a 199, a chapa formada por deputados da oposição e dissidentes da base aliada venceu nesta terça-feira a votação para escolher os parlamentares que vão formar a comissão especial que vai analisar o processo de impeachment contra a presidente Dilma.
A chapa Unindo pelo Brasil, protocolada nesta terça-feira, é composta por 39 membros. A oponente, formada por parlamentares da base aliada, tinha 47 inscritos.
Isso não significa, contudo, que os partidos da base aliada não terão representantes na comissão. Como a chapa vencedora tem um número inferior ao necessário para formar o grupo que dará o parecer sobre o impeachment, os líderes não contemplados pela chapa vencedora devem indicar os nomes que faltam.
As escolhas serão, então, referendadas pelo Plenário em uma votação suplementar.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Suposto áudio de conversa que relata barganha assusta o PT
Informações dão conta que aliados do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), estão divulgando nos corredores da Casa que que o líder do PSC, deputado André Moura (SE), teria gravado a conversa que teve, na última quarta-feira, com o ministro chefe da Casa Civil, Jaques Wagner.
Até o momento, a notícia não foi confirmada e nem desmentida pelo parlamentar do PSC. No entanto, o boato deixou os deputados petistas preocupados, uma vez que com a gravação o deputado André Moura poderia confirmar que houve uma proposta de barganha política vinda do Palácio do Planalto.
A suposta barganha envolveria a troca dos três votos petistas no Conselho de Ética para livrar Eduardo Cunha do processo e em troca o presidente da Câmara barraria o processo de impeachment contra a presidente Dilma, além de aprovar a CPMF.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
O Facebook adverte: não é necessário tomar partido por Cunha ou Dilma
O Facebook mais uma vez se dirigiu aos usuários do Brasil e mandou um recado: “o usuário não necessariamente precisa tomar partido por Cunha ou Dilma. Poupem nossos servidores de textões”, declarou Zuckerberg durante sua licença paternidade. A alta direção do Facebook insiste que não há um Fla x Flu e que não é necessário manifestar sua opinião contra ou a favor de um dos lados. “Apenas fiquem de boa”, apelou Mark.
O passo a passo do processo de impeachment contra Dilma
No processo de impeachment, esse é o segundo de cinco passos básicos para a instauração do processo de cassação de um presidente da República. Veja abaixo o que acontece em seguida.
1) O crime: Um pedido de impeachment pode ser protocolado por qualquer cidadão, mas, para isso, é necessária a caracterização de um crime por parte do presidente que tenha relação com seu mandato vigente. No caso de Dilma Rousseff, as “pedaladas fiscais” em 2015 foram usadas como justificativa de Eduardo Cunha para acatar o pedido, consideradas “crime de responsabilidade fiscal”. São oito possíveis e as pedaladas, segundo o pedido, infringiriam os itens V e VI. Veja abaixo:
Art. 4º São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentarem contra a Constituição Federal, e, especialmente, contra:
I - A existência da União:
II - O livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário e dos poderes constitucionais dos Estados;
III - O exercício dos direitos políticos, individuais e sociais:
IV - A segurança interna do país:
V - A probidade na administração;
VI - A lei orçamentária;
VII - A guarda e o legal emprego dos dinheiros públicos;
VIII - O cumprimento das decisões judiciárias (Constituição, artigo 89).
I - A existência da União:
II - O livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário e dos poderes constitucionais dos Estados;
III - O exercício dos direitos políticos, individuais e sociais:
IV - A segurança interna do país:
V - A probidade na administração;
VI - A lei orçamentária;
VII - A guarda e o legal emprego dos dinheiros públicos;
VIII - O cumprimento das decisões judiciárias (Constituição, artigo 89).
2) A admissão: Esta é a fase atual. Com os pedidos em mãos, o presidente da Câmara pede análises técnicas e decide se arquiva ou acata o pedido. Este ano, foram 34 pedidos arquivados esse ano, um recorde. Para Cunha, o único que cumpriu os requisitos mínimos foi o dos três juristas.
3) O procedimento: Agora, o requerimento passa por análise de uma comissão composta por parlamentares de todas as bancadas da Câmara. Abre-se um prazo de 10 dias para que a comissão decida por um parecer favorável ou contrário à continuidade do processo. Daí em diante, serão 20 dias para defesa da presidente. Com o relatório pronto, o presidente da Câmara coloca a matéria em votação no plenário da Câmara. Se aceito por ao menos 342 deputados , ou seja, dois terços ou mais dos 513, um julgamento comandado pelo presidente do STF, Ricardo Lewandowski, no Senado. Dilma ficaria automaticamente afastada por seis meses esperando o resultado.
4) A decisão: No Senado, será feito um julgamento comum, cuja decisão será proferida pelos Senadores. Para um impeachment, é preciso novamente dos votos de dois terços da casa, neste caso 54 dos 81 senadores. Além de perder o mandato, Dilma pode ficar inelegível por até 5 anos, decisão que cabe também ao Senado. Caso a presidente seja absolvida, volta imediatamente ao cargo.
5) O próximo passo: Como o processo de impeachment aceito por Cunha não inclui o vice-presidente, em caso de cassação do mandato de Dilma, quem assume é Michel Temer (PMDB). Não fosse assim e o vice caísse junto, seria o presidente da Câmara que assumiria o cargo interinamente. Neste caso hipotético, por se tratar dos dois primeiros anos do mandato, o Congresso convocaria novas eleições em 90 dias. Na segunda metade do mandato, o Congresso seria o responsável por escolher o novo presidente em 30 dias.
Eduardo Cunha aceita pedido de impeachment contra Dilma Rousseff
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aceitou o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT) feito pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr. e Janaina Paschoal. O peemedebista disse a aceitação do pedido tem "natureza técnica" e que não havia como postergar mais a decisão sobre a questão. "Não ficaria com isso na gaveta sem decidir", afirmou, ressaltando que "nunca na história de um mandato" houve tantos pedidos para afastamento do presidente.
Cunha afirmou que o pedido seguirá "processo normal", dando amplo direito ao contraditório ao governo, e negou indiretamente uma atitude de revanche em relação ao governo. "Minha posição será a mais isenta possível, sem nenhum espírito de torcida", afirmou.A decisão de Cunha foi tomada horas depois de o líder do PT na Câmara, Sibá Machado (AC), anunciar que os três integrantes do partido no Conselho de Ética votarão, em sessão marcada para a próxima terça-feira, 8, pela admissibilidade do pedido de cassação de mandato de Cunha apresentado pelo PSol.
"Não tenho nenhuma felicidade de praticar esse ato", disse. "Decisão é de muita reflexão e de muita dificuldade". O presidente da Câmara afirmou que o País passa por muitas crises e que é preciso que a possibilidade de afastamento da presidente seja uma questão enfrentada.No início da coletiva de imprensa, Cunha afirmou que refutou pedidos baseados em acusações sobre mandatos anteriores ao atual e disse que entendeu como constrangimento acusações, divulgadas pela imprensa na segunda-feira, 20, de que teria recebido dinheiro do BTG em troca de aprovação de medida provisória que favoreceu o banco.
O pedido de impeachment cita as “pedaladas fiscais” pelo governo em 2014, segundo relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) que rejeitou as contas da gestão Dilma no ano passado, e a continuidade dessa prática contábil em 2015 .
Para o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), a decisão de Cunha de aceitar pedido de impeachment "foi uma atitude revanchista". O deputado Wadih Damous (PT-RJ) afirma que "Cunha, associado a partidos de oposição, quer dar o golpe".
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Oposição se une ao PMDB para articular novo plano de impeachment
A coluna Painel, da Folha de S. Paulo, revelou nesta quinta-feira (05) que está sendo articulado um novo plano para o impeachment de Dilma Rousseff, sem que seja preciso recorrer às pedalas do TCU.
O plano é feito pelo PMDB com representantes da oposição. De acordo com ele, o Congresso aprovaria as mudanças na meta fiscal de 2015 apenas no próximo ano e, por isso, o governo terminaria o mês de dezembro infringindo as leis Orçamentária e, também, a de Responsabilidade Fiscal. Ou seja, criaria um cenário ideal para pedir o afastamento já no começo de 2016.
A reportagem da Folha explica que, no caso da nova meta que prevê o déficit de 2,05% do PIB não seja aprovada, os atos fiscais do Executivo ao longo de 2015 passariam a serem irregulares.
domingo, 1 de novembro de 2015
O QUE EU VEJO DA POLITICA NO BRASIL
MEUS QUERIDOS LEITORES, HOJE ACORDEI E PENSEI UM POUCO SOBRE O ATUAL CENÁRIO POLITICO DO NOSSO PAÍS; LOGO PERCEBO QUE ESTAMOS NO "MATO SEM CACHORRO E SEM GATO", MAS ESTAMOS SENDO GOVERNADOS POR RATOS MALANDROS QUE A TODO CUSTO TENTAM NOS DESTRUIR. ENQUANTO OS POLITICOS BRIGAM NÓS ESTAMOS PAGANDO POR SEUS ERROS.
VOCÊ JÁ PERCEBEU COMO ANDA OS PREÇOS NO PAÍS, SERÁ QUE VAMOS SUPORTAR TAMANHAS CRISE? ISSO EU NÃO SEI, MAS ESTÁ DIFICIL MANTER AS CONTAS EM DIA; QUERIA VER OS BRASILEIROS LUTAR MAIS POR SI, QUERIA PRESENCIAR OUTRA REVOLUÇÃO; UMA REVOLUÇÃO DO POVO, NÃO DE POLITICOS.
sábado, 12 de setembro de 2015
QUEM DECIDE O FUTURO DO PAÍS NÃO SABE NEM O QUE É INFLAÇÃO
Fico observando este país passando por essa crise e vejo algo que na verdade nem me surpreende; tudo começa nas eleições, pois os eleitores brasileiros nem sabem o que inflação: a grande maioria vota porque tem que votar, não porque sabem. Eu que entendo um pouco destas quetões fico muito triste porque são pessoas desinformadas que escolhem por mim.
Espero que um dia esse povo seja todos muito bem qualificados e consigam ter uma mente critica diante das coisas deste maravilhoso Brasil!!!
Espero que um dia esse povo seja todos muito bem qualificados e consigam ter uma mente critica diante das coisas deste maravilhoso Brasil!!!
Liderança petista acha que impeachment é provável em 2015
Um possível impeachment já parece como provável em 2015 para ministros, deputados e senadores do PT.
De acordo com a coluna de Mônica Bergamo na Folha de S. Paulo, o clima entre os líderes petistas é de abatimento.
O PT realizou um monitoramento, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deve rejeitar pedidos de impedimento. Então, deputados da Frente Pró-Impeachment, com 280 votos, devem recorrer ao plenário e, com maioria simples, votariam pela admissibilidade do impeachment. Esse é, como recorda a colunista, o primeiro passo para o afastamento de um presidente.
Um senador do PT lembra que foi a partir da aprovação da admissibilidade do impeachment de Fernando Collor que "as pessoas começaram a acreditar e tomaram as ruas do país" em 1992. Algo que poderia acontecer também com Dilma.
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Doleiro Youssef diz que Aécio recebeu dinheiro de corrupção de Furnas
O doleiro Alberto Youssef afirmou nesta terça-feira durante depoimento à CPI da Petrobras que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) recebeu dinheiro de corrupção envolvendo Furnas, subsidiária da Eletrobras.
"Eu confirmo (que Aécio recebeu dinheiro de corrupção) por conta do que eu escutava do deputado José Janene, que era meu compadre e eu era operador dele", disse o doleiro.
A assessoria de imprensa de Aécio afirmou que Youssef apenas disse que ouviu dizer que o senador recebeu propina, não que ele recebeu dinheiro de corrupção. Lembrou ainda que a Procuradoria-Geral da República considerou que não havia indícios suficientes contra o tucano e por isso não pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de investigação contra ele.
Em nota, o PSDB disse que as declarações dadas por Youssef à CPI não são "informações prestadas, mas sim de ilações inverídicas feitas por terceiros já falecidos, a respeito do então líder do PSDB na Câmara dos Deputados, podendo, inclusive, estar atendendo a algum tipo de interesse político de quem o fez à época".
O partido diz ainda que Youssef repetiu à CPI o que disse em depoimento à Polícia Federal, que "nunca teve qualquer contato com o senador Aécio Neves e de que não teve conhecimento pessoal de qualquer ato, tendo apenas ouvido dizer um comentário feito por um terceiro já falecido".
(Reportagem de Leonardo Goy)
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
EDUARDO CUNHA DIZ QUE NÃO DEIXARÁ PRESIDÊNCIA DA CÂMARA
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou nesta quarta-feira, 19, que qualquer partido tem o "direito democrático" de pedir sua saída, mas que não pretende se afastar. "Eu não farei afastamento de nenhuma natureza. Vou continuar exatamente no exercício pelo qual eu fui eleito pela maioria da Casa. absolutamente tranquilo e sereno com relação a isso."Na iminência de ser denunciado pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot por envolvimento no escândalo de desvios na Petrobrás, o parlamentar ainda reagiu a um ofício da Procuradoria-Geral da República (PGR) encaminhado ao PSOL em que o órgão nega que investigações feitas na Casa tenham tido acesso aos computadores dos 513 deputados.
O PSOL havia encaminhado um pedido de explicações a Janot com base num relato de Cunha de que a ação realizada na Câmara vasculhou dados de todos os parlamentares.
No documento enviado ao partido, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, diz não só que é inverídica a informação, como classificou a afirmação de Cunha aos líderes partidários de "no mínimo leviana". Na ocasião, a ação na Casa foi solicitada pela PGR e autorizada pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal.
No dia 4 de maio, Zavascki autorizou que um oficial de Justiça fosse ao Departamento de Informática da Câmara para retirar cópias que pudessem comprovar a autoria de Cunha em um requerimento que poderia ajudar nas investigações referentes ao suposto envolvimento do presidente da Câmara.
Janot respondeu que a ação teve como foco Cunha e a ex-deputada federal Solange Almeida (PMDB-RJ). "A leviandade da declaração reside no fato de que tenta usar como escudo a instituição Câmara dos Deputados - e, pela via da desinformação, seus pares - para atacar o Ministério Público Federal, embora a crítica à diligência seja de interesse exclusivo para a defesa do deputado Eduardo Cunha", declara Janot no ofício enviado ao líder do PSOL, Chico Alencar (RJ).
Após o PSOL divulgar o conteúdo do ofício, Cunha imediatamente veio a público dizer que recebeu do corpo técnico da Casa a informação de que houve coleta de dados dos 513 deputados e que solicitou a certificação da informação para demonstrar que fala a verdade. "Se ele (Janot) desprezou os dados e utilizou o que interessava, não significa que quando fizeram a busca e apreensão aqui não coletaram todos os dados. Eles pegaram o sistema inteiro. Isso me foi falado pela área técnica", afirmou.
Cunha avisou que responsabilizará a área técnica se a informação for incorreta e que poderá pedir eventualmente desculpas. Ele defendeu o respeito entre os Poderes e afirmou que não vai "bater boca com quem quer que seja".
O PSOL havia encaminhado um pedido de explicações a Janot com base num relato de Cunha de que a ação realizada na Câmara vasculhou dados de todos os parlamentares.
No documento enviado ao partido, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, diz não só que é inverídica a informação, como classificou a afirmação de Cunha aos líderes partidários de "no mínimo leviana". Na ocasião, a ação na Casa foi solicitada pela PGR e autorizada pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal.
No dia 4 de maio, Zavascki autorizou que um oficial de Justiça fosse ao Departamento de Informática da Câmara para retirar cópias que pudessem comprovar a autoria de Cunha em um requerimento que poderia ajudar nas investigações referentes ao suposto envolvimento do presidente da Câmara.
Janot respondeu que a ação teve como foco Cunha e a ex-deputada federal Solange Almeida (PMDB-RJ). "A leviandade da declaração reside no fato de que tenta usar como escudo a instituição Câmara dos Deputados - e, pela via da desinformação, seus pares - para atacar o Ministério Público Federal, embora a crítica à diligência seja de interesse exclusivo para a defesa do deputado Eduardo Cunha", declara Janot no ofício enviado ao líder do PSOL, Chico Alencar (RJ).
Após o PSOL divulgar o conteúdo do ofício, Cunha imediatamente veio a público dizer que recebeu do corpo técnico da Casa a informação de que houve coleta de dados dos 513 deputados e que solicitou a certificação da informação para demonstrar que fala a verdade. "Se ele (Janot) desprezou os dados e utilizou o que interessava, não significa que quando fizeram a busca e apreensão aqui não coletaram todos os dados. Eles pegaram o sistema inteiro. Isso me foi falado pela área técnica", afirmou.
Cunha avisou que responsabilizará a área técnica se a informação for incorreta e que poderá pedir eventualmente desculpas. Ele defendeu o respeito entre os Poderes e afirmou que não vai "bater boca com quem quer que seja".
domingo, 16 de agosto de 2015
FOTOS DO PROTESTO POR TODO O BRASIL CONTRA DILMA. LULA, PT E OS LADRÕES DA LAVA JATO
VEJA VÁRIAS FOTOS DO PROTESTO OCORRIDO EM TODO PAÍS NESTE DIA 16, DE AGOSTO.
Esse país precisa de cada um desses brasileiros que vão as ruas, mostram a cara e luta contra esse governo do PT que tem nos tirado o sono com tantos erros........
O PT precisa dessa resposta de quem é dono desse Brasil maravilhoso....
Esse país precisa de cada um desses brasileiros que vão as ruas, mostram a cara e luta contra esse governo do PT que tem nos tirado o sono com tantos erros........
O PT precisa dessa resposta de quem é dono desse Brasil maravilhoso....
sábado, 15 de agosto de 2015
EU TENHO PLENA CERTEZA QUE AINDA VAI SE PROVAR A PARTICIPAÇÃO DE LULA E DILMA NA LAVA JATO
Se eu, já tinha desconfiança da participação de Lula na LAVA JATO, depois de ver esse grampo dele com um executivo da Odebrecht fiquei certo de que muita coisas vão aparecer. Basta você observar a jeito deles na conversa, parece que estão com medo de algo ser descoberto; mas vamos esperar que a PF tenha competência para chegar a todos os envolvidos. Também vejo que até a Dilma está nessa lava jato que mostra que nosso país está nas mãos de pessoas que só querem se dá bem nas custas das coisas publicas.Esse país precisa crescer, o povo tem que tomar uma providencia de imediata para salvar nossa economia, pois quanto mais esperar, mais vamos pagar por isso.
domingo, 9 de agosto de 2015
PROTESTOS CONTRA GOVERNO DIA 16
No próximo dia 16, o Brasil será marcado por protestos contra o governo. E, de acordo com a coluna Painel, da jornalista Vera Magalhães, na Folha de S. Paulo, os atos não serão apenas centrados na presidente Dilma Rousseff.
O 'Vem Pra Rua', que organiza as manifestações, vai usar lemas contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT.
A reportagem da coluna apurou que os protestos terão slogans como 'Lula Nunca Mais' e 'Fora Corruptos'. “A corrupção não está ligada só ao PT e a Dilma, embora tenha explodido nesses 13 anos”, explicou Rogério Chequer, porta-voz do grupo.
Além disso, o representante do movimento disse à coluna que parlamentares investigados na Operação Lava Jato também devem ser alvo dos discursos. No entanto, Chequer ponderou que, na visão do 'Vem Pra Rua', melhor que o impeachment seria a renúncia de Dilma. Isso porque o ato poderia “recuperar o governo e a economia do país”.domingo, 19 de julho de 2015
Em artigo, Marina defende afastamento de denunciados
"Devemos exigir o afastamento dos que ocupam cargos cujos poderes possam interferir nas decisões. Mas desde já precisamos estar atentos contra qualquer tentativa de sabotagem"A ex-senadora critica o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, a quem acusa de usar a manipulação da crise para aumentar seu poder.Na avaliação de Marina, o Congresso divide com o governo a responsabilidade pela crise. "Neste momento, deveria predominar entre eles (parlamentares) a consciência de que o Poder Legislativo é maior que seus membros, mesmo aqueles que ocupam cargos de direção", disse.
A candidata do PSB nas eleições de 2014 pede que, "ao menos em nome do bom senso", os denunciados evitem "mexer mais ainda num equilíbrio institucional que já está precário, não usando poderes públicos como navios de guerra onde os litigantes disparam contra os outros". No texto, Marina defende a ação da Polícia Federal, do Ministério Público e da Justiça na Lava Jato e argumenta que o Brasil é capaz de sair do momento atual para outro momento positivo, assim como na crise que culminou no impeachment de Fernando Collor. "O que está em curso no Brasil não é apenas a desconstrução de um sistema político que revela, a cada dia, sua falência. Há também uma lenta construção da democracia e de instituições independentes e fortes, instrumentos de navegação em meio às crises", argumenta.
No texto, a ex-senadora mantém a esperança de que os culpados sejam punidos. "Se temos que respeitar as instituições que eles, infelizmente, dirigem tão mal, e respeitar a população que lhes confiou seu voto, temos também que manter viva nossa esperança de que a Justiça será feita e os erros serão punidos", escreveu.
Marcadores:
AÉCIO NEVES,
CORTES,
crise,
DILMA,
ECONOMIA,
Eduardo cunha,
FHC,
GLOBO,
IMPEACHMENT,
investigação,
JN,
lula,
marina silva,
MICHEL TEMER,
OPINIÃO,
PMDB,
POLITICAS,
PSDB,
PT,
rede
Assinar:
Postagens (Atom)





















