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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Polícia apreende suspeitos e provas de crimes contra jornalista


  A Polícia Militar comandou hoje (quinta, 10), em oito estados, ações de busca e apreensão relacionadas aos atos de RACISMO sofridos pela jornalista Maria Júlia Coutinho, da Rede Globo, em julho. As medidas tiveram o aval do Ministério Público.
Uma das pessoas detidas foi o auxiliar de produção Kaíque Batista, de 21 anos, morador da zona norte paulistana. Ele negou o fato mas admitiu saber de pessoas que atacaram a jornalista por meio de um grupo do qual é moderador. “Vou falar, não vou segurar o rojão de ninguém”, disse ao G1.
Os suspeitos podem pegar de dois a cinco anos, no caso de racismo, de um a cinco, no de injúria, e de um a três no de organização criminosa. Há a possibilidade de as penas serem somadas.  
 
 

domingo, 1 de novembro de 2015

TAÍS ARAÚJO SOFRE PRECONCEITO E REBATE


  Taís Araújo rebateu os ataques racistas que sofreu no último sábado (31), em seu Facebook. Neste domingo (1), a atriz usou a rede social para escrever um desabafo sobre o ocorrido.
“É muito chato, em 2015, ainda ter que falar sobre isso, mas não podemos nos calar: na última noite, recebi uma série de ataques racistas na minha página. Absolutamente tudo está registrado e será enviado à polícia federal. E eu não vou apagar nenhum desses comentários. Faço questão que todos sintam o mesmo que senti: a vergonha de ainda ter gente covarde e pequena nesse país [...]”, escreveu a beldade.
E continuou: “Não vou me intimidar, tampouco abaixar a cabeça. Sigo o que sei fazer de melhor: trabalhar. Se a minha imagem ou a imagem da minha família te incomoda, o problema é exclusivamente seu!”.
Entre as mensagens mais agressivas estão “esse cabelo de esfregão”, “já voltou da senzala”, entre outras. Revoltados com as ofensas, diversos internautas adotaram a #SomosTodosTaisAraujo em apoio à esposa de Lázaro Ramos e mostrar repúdio pelos comentários.
Em sua publicação, Taís ainda aproveitou para agradecer às pessoas que se manifestaram contra os ataques.
“Agradeço aos milhares que vieram dar apoio, denunciaram comigo esses perfis e mostraram ao mundo que qualquer forma de preconceito é cafona e criminosa. E quero que esse episódio sirva de exemplo: sempre que você encontrar qualquer forma de discriminação, denuncie. Não se cale, mostre que você não tem vergonha de ser o que é e continue incomodando os covardes. Só assim vamos construir um Brasil mais civilizado. A minha única resposta pra
isso é o amor”.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

LOCALIZADO SUSPEITO DE AGREDIR MAJÚ COM COMENTÁRIOS PRECONCEITUOSOS




A Polícia Civil em São Paulo identificou e localizou um dos supeitos de ter feito comentários ofensivos e preconceituosos em uma rede social contra a jornalista Maria Júlia Coutinho, repórter do tempo do Jornal Nacional (TV Globo). O suspeito tem 15 anos.
Na quinta-feira, 2, na página oficial do telejornal no Facebook, usuários escreveram posts pejorativos sobre a cor da pele da jornalista, conhecida como Maju, em uma publicação que continha a foto dela com a previsão do tempo para o dia seguinte.
O menor, que mora em Carapicuíba, na Grande São Paulo, foi localizado na segunda e levado à delegacia para ser ouvido.
Para chegar ao suspeito, os policiais rastrearam as imagens com as mensagens ofensivas e fizeram buscas nas redes sociais para identificar as páginas dos envolvidos. A Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), também solicitou dados cadastrais e números de IPs ao Facebook.
O Decradi instaurou inquérito policial para investigar o crime de prática de discriminação ou preconceito de raça. A Secretaria da Segurança Pública informou que a polícia prossegue com as investigações para identificar outros envolvidos.
A pena para quem comete esse tipo de crime é de dois a cinco anos e multa - no caso do adolescente, ele responde por ato infracional, podendo, a critério da Justiça da Infância e da Juventude, responder a alguma medida socioeducativa.

NEGO DO BOREL SE DEFENDE SOBRE BRIGA: RACISMO

Nego do Borel diz que agiu de forma errada ao sair no tapa com um fã. Em entrevista , o funkeiro disse que acabou perdendo a cabeça após ouvir palavras racistas e homofóbicas vindas de um convidado que estava na plateia.
"O preconceito existe, existem pessoas preconceituosas. Entrego nas mãos de Deus e que Deus abençõe essas pessoas", disse o cantor, que ainda está magoado com os xingamentos. "O que eu menos queria naquele momento foi exatamente o que aconteceu. Quem me conhece sabe do meu caráter e sabe também que não sou uma pessoa de briga, nunca fui. Tenho um público infantil e adolescente muito grande e sei que sirvo de inspiração para eles. Eu jamais faltaria com o respeito a qualquer pessoa que fosse. Cheguei até aqui sem pisar em ninguém, mas não consegui segurar ouvindo aquelas palavras horríveis", completou.
Em entrevista ao jornalístico 'Cidade Alerta', da Rede Record, Nego do Borel contou detalhes do que ouviu no palco. "Comecei a ouvir 'macaco' e outras coisas que não quero repetir. Me dá até vontade de chorar. Não queria isso, não sou de briga", disse.
Ele também relatou que foi atingido por pedras de gelo durante sua apresentação. "Eu vi quando um cidadão tacou um gelo no meu olho, com muita força. Eu achei que tivesse tomado um tiro. Aí, perdi o controle. A pedra de gelo pegou no meu dançarino também. A última coisa que eu queria era brigar. Mas sou humano também", finalizou.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

MARIA JÚLIA COUTINHO SOFRE PRECONCEITO RACISTA EM REDE SOCIAL

A jornalista Maria Júlia Coutinho, do Jornal Nacional sofre preconceito na página do JN no Facebook. Comentários maldosos foram escritos por usuários logo após foto publicada na referida página do jornal.  "Não tenho TV colorida para ficar olhando essa preta, não" ,escreveu um usuário. "Só conseguiu emprego no 'Jornal Nacional' por causa das cotas. Preta imunda", xingou outro.
 O acontecimento gerou uma mobilização no meio artístico e vários famosos deram apoio a moça do tempo do JN, também levou o Ministério Publico do Rio de Janeiro a pedir investigação sobre o ocorrido. Por sua vez William Bonner diz que a Globo tomará providencias e chama internautas de "criminosos".
 Gloria Maria que também já passou por isso deu apoio a colega: " não desista nunca".