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quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Evidências apontam que Estado Islâmico plantou bomba em avião russo, dizem autoridades



  As evidências agora sugerem que uma bomba plantada pelo grupo Estado Islâmico é a causa provável da queda de um avião russo da Metrojet no sábado sobre a península do Sinai, no Egito, disseram fontes de segurança norte-americanas e europeias nesta quarta-feira.
As fontes salientaram que não chegaram a uma conclusão final sobre a queda da aeronave. O Airbus A321M caiu no sábado no Sinai logo depois de decolar do balneário de Sharm el-Sheikh em direção à cidade russa de São Petersburgo, matando todas as 224 pessoas a bordo.
O Estado Islâmico, que controla regiões no Iraque e na Síria e combate o Exército egípcio na península do Sinai, afirmou novamente nesta quarta ter derrubado o avião, acrescentando que contaria ao mundo como realizou o ataque.
O Egito, aliado próximo dos Estados Unidos e o país árabe com maior população, rejeitou um comunicado similar pelo grupo no sábado.
Mais cedo, uma fonte egípcia próxima à investigação disse à Reuters que uma explosão provavelmente causou a queda do avião russo no Egito, mas que ainda não estava claro se a causa foi uma bomba ou problemas técnicos.
“Acredita-se que tenha sido uma explosão, mas não está claro de que tipo. Há um exame da areia no local da queda para tentar determinar se foi uma bomba”, afirmou a fonte egípcia, que é próxima da equipe que investiga as caixas-pretas.

domingo, 1 de novembro de 2015

QUEDA DE AVIÃO NO EGITO


  Autoridades egípcias afirmam que um avião de passageiros da Rússia caiu na península do Sinai, matando 217 passageiros e sete tripulantes.
A aeronave voava do resort de Sharm el-Sheik, no Mar Vermelho, para São Petersburgo.
O Airbus A321, operado pela companhia russa Kogalymavia sob o registro KLG9268, decoloudo aeroporto de Sharm el-Sheik às 5h58 (1h58 em Brasília) deste sábado
O avião desapareceu da tela do radar 22 minutos depois, enquanto voava pela região central do Sinai. Ele estava a uma altitude de 9.450 metros, segundo um comunicado do Ministério de Relações Exteriores do Egito.
Um avião militar egípcio achou em seguida os destroços na área montanhosa de Hasana, a 35 quilômetros ao sul da cidade costeira de el-Arish, de acordo com o comunicado.
Autoridades que foram ao local da queda disseram à Reuters que o avião se dividiu em dois, "uma pequena parte da cauda pegou fogo e uma outra parte maior bateu em uma pedra".
Mais de 50 ambulâncias foram enviadas ao local da queda. A correspondente da BBC no Cairo, Ranya Sabry, afirmou que havia corpos espalhados por uma áres de dois quilômetros quadrados.