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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Casos suspeitos de microcefalia no país chegam a 2.975, mostra boletim



   O número de crianças com suspeita de microcefalia no país aumentou para 2.975, segundo boletim divulgado hoje (29) pelo Ministério da Saúde. A pasta também investiga a morte de 40 bebês com suspeita de terem a malformação devido ao vírus Zika.
Os dados são de registros feitos até o dia 26 de dezembro. Ao todo, 656 municípios de 19 estados e do Distrito Federal têm casos sob investigação. Tocantins, Minas Gerais e Mato Grosso apresentaram diminuição de casos. No balanço anterior, divulgado na última terça-feira (22), eram 2.782 os recém-nascidos com suspeita de microcefalia relacionada ao Zika, em 618 cidades de 20 unidades da Federação.
De acordo com o boletim divulgado hoje, Pernambuco, primeiro estado a identificar o aumento de casos de microcefalia no país, continua no topo da lista, com 1.153 casos em investigação, o que representa 38,76% das suspeitas em todo o país. Em seguida, estão os estados da Paraíba (476), Bahia (271), do Rio Grande do Norte (154), de Sergipe (146), do Ceará (134), de Alagoas (129), do Maranhão (94) e Piauí (51).
Transmitido pelo Aedes aegypti, o vírus Zika começou a circular no Brasil em 2014, mas só teve os primeiros registros feitos pelo Ministério da Saúde em maio de 2015. O que se sabia sobre a doença, até o segundo semestre deste ano, era que sua evolução é benigna e que os sintomas são mais leves do que os da dengue e da febre chikungunya, também transmitidas pelo mesmo mosquito.
Porém, no dia 28 de novembro, o Ministério da Saúde confirmou que, quando gestantes são infectadas por esse vírus, podem gerar crianças com microcefalia, uma malformação irreversível do cérebro, que pode ser associada a danos mentais, visuais e auditivos.
A microcefalia não é uma malformação nova, é sintoma de algum problema no organismo da gestante e do bebê, e pode ter diversas origens, como infecção por toxoplasmose, pelo citomegalovírus e agora ficou confirmado que também pelo vírus Zika. O uso de álcool e drogas durante a gravidez também pode levar a essa condição.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Mitos e verdades sobre o HIV que você precisa saber



   Recentemente, um dos atores mais reconhecidos internacionalmente por sua fama de conquistador comunicou ser HIV positivo. Charlie Sheen, astro de Two and a Half Man e Wall Street, revelou ao programa “Today”, da emissora NBC, ter recebido o diagnóstico há quatro anos.
A notícia é triste, mas revela uma verdade sobre a mudança no comportamento sexual de homens e mulheres ao redor do mundo. Muitos, inclusive, perderam o medo da doença por acreditar ser muito raro contrair o vírus: entre os jovens de 18 a 29 anos, por exemplo, 40% não usam camisinha, segundo a pesquisa Juventude, Comportamento e DST/AIDS da Caixa Seguros, com supervisão do Ministério da Saúde e da Organização Pan-Americana de Saúde.
O vírus causador da AIDS, ao contrário do que muitos pensam, não é um fantasma. Esse é apenas um dos mitos ao redor da doença que segue afetado milhões de pessoas ao redor do mundo.
Segundo a Unaids – a agência da ONU direcionada para a doença -, o número de pessoas vivendo com HIV/aids aumentou de 30 milhões para 35,3 milhões nos últimos 14 anos. Entre esses casos, 719 mil foram registrados no Brasil: 20,2 a cada 100 mil habitantes possuem o vírus e 56% dos infectados brasileiros vivem na região sudeste.
Existem várias dúvidas e informações equivocadas sobre a transmissão do HIV que precisam ser desmitificadas para ajudar no combate à doença.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

COMO COMBATER AS ESPINHAS SEM MEDICAMENTOS



  Acordar e ver uma espinha reinando absoluta na testa é muitas vezes garantia de estresse. E o pior é que para ela sair de lá o trampo é quase homérico. Se espremer, fica a marca. Se cutucar, a criatura fica vermelha. Se deixar, todo mundo repara.
Para lidar com as “montanhas brancas” sem o uso de remédios é preciso acreditar em milagres.  Então, tenha fé. Nós temos. E para provar, levantamos 5 dicas rápidas baseadas em crendices, porém, eficazes. Basta aplicar no seu dia a dia e dar um drible de Neymar nesse cone indesejável.

1. NÃO CUTUQUE

   Como você deve ter aprendido com o Facebook, cutucar é uma coisa muito inconveniente. A espinha respeita a mesma regra. As espinhas contêm bactérias e se você optar em espreme-las, por exemplo, é capaz que esse ser (maldito) ache outro lugar na sua pele para atuar.

2. USE MEL

 Se você não pode meter o dedão e se livrar logo do problema, precisa resolver o problema por outros meios, certo? É aí que o produto da dona abelha pode ajudar. O própolis do mel funciona como antibiótico o que dá uma mão na hora de eliminar as bactérias da pele. Na hora que pintar a montanha branca, aplique um pouco do mel e cubra com uma gaze ou Band-Aid, assim você evita que sujeiras interfiram no processo de cicatrização do doce.

3. ÁGUA FRIA

  Para se evitar o aparecimento das espinhas é preciso manter a pele sempre limpas e as glândulas sebáceas desobstruídas. Uma forma de fazer isso é limpando os locais com água fria. O problema da água quente? Ela pode retirar demais a oleosidade da pele e fazer assim com que o seu organismo entenda que precisa repor essa oleosidade perdida, estimulando ainda mais a produção do óleo.

4. SABONETE ABRASIVO

  Esses modelos fazem um processo de esfoliação (descamação) na pele. Ou seja, ele penetra na área com a espinha e retira dos poros as sujeiras que entopem os poros e provocam as temidas crateras.

5.DIGA NÃO AO LEITE
 
Com perdão do trocadilho, o leite avacalha e muito sua pele. Isso porque a bebida estimula a testosterona e andrógeno, dois hormônios masculinos, que quando combinados com a insulina podem criar espinhas cavernosas. Veja bem, camarada. Isso vale para o leite de vaca. O leite de soja, por exemplo, é uma boa pedida.